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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Obsessões #1

Sei que tenho escrito muito pouco aqui no blog mas prometo que vou fazê-lo mais amiúde. Hoje começo uma rubrica que espero que ajude isso. Em Obsessões espero fazer um resumo do que foi a minha semana. O que vi, o que li e o que joguei. É simples, rápido e aumenta a frequência dos posts.
Nos últimos tempos comecei a ver Buffy, A Caçadora de Vampiros que está a passar no Syfy português, não sei se têm visto. Sempre quis ver já que adoro Joss Whedon. Firely é uma das minhas séries de ficção científica preferidas de sempre, adoro as suas bandas desenhadas e os dois filmes dos Vingadores são dois dos filmes de super-heróis de que mais gosto. Tinha então de aproveitar esta oportunidade de ver Buffy na televisão. Acabei hoje a primeira temporada (estou um pouco atrasado) e adoro todo o universo. É uma série excelente e aconselho a todos que gostem do género de fantasia.
Também estive a ler Capitães da Areia de Jorge Amado para a escola e felizmente escolhi este livro. É um dos grandes clássicos da literatura lusófona e traz-nos um grupo de rapazes abandonados nas ruas de Salvador, Bahia, no Brasil nos anos 50 que vive através do roubo. Eu adorei o livro. É uma história de mágoa, aventura, juventude e liberdade, sendo um daqueles livros praticamente perfeitos.
Tenho também jogado Kingdom Hearts 1.5 HD REMix mas não tenho tido muito tempo. Daqui a umas semanas devo poder-me dedicar quase a 100% ao jogo (ou jogos, visto que se trata de uma coleção de jogos).
Para terminar, comecei a jogar Magic the Gathering. Comprei um Première Pack da Batalha por Zendikar que traz 60 cartas dessa expansão do jogo e ainda dois boosters de 15 cartas cada. Fui ainda ao excelente Dice's Den, aqui no Porto e deram-me a mim e ao meu irmão (que também compou um pack introdutório de outra expansão) dois pacotes de cartas básicas das nossas cores. Joguei um pouco e a minha cor é verde apesar de ter cartas azuis no meu baralho para uma experiência mista. É natural que vejam mais coisas de Magic aqui no blog pois estou a gostar do jogo e pode ser que escreva sobre tudo o que comprar relacionado com este jogo de TCG. Se calhar já amanhã.
Bom, esta foi a minha semana e espero que tenham gostado desta rubrica que sairá todas as sextas mais ou menos a esta hora.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Lista de Títulos da Coleção Super-Heróis DC

Foram finalmente revelados todos os 15 títulos da próxima coleção da Levoir e do Público, Super-heróis DC. A coleção estará disponível semanalmente a partir de 4 de fevereiro, dia a seguir aos meus anos. Não vou escrever já sobre os livros mas a mim parece-me uma excelente coleção com títulos fantásticos, bastante recentes, na sua maioria, introduzindo pela primeira vez Os Novos 52, o reboot que o Universo DC levou há alguns anos, em português de Portugal. Vai ser, sem dúvida, coleção obrigatória e repleta de títulos que moldaram a DC. Podem ver a lista completa de títulos no facebook oficial da Levoir, com a imagem composta pelas lombadas dos volumes todos e as capas dos livros também disponíveis.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Análise ao Trailer de Suicide Squad

Saiu esta semana o trailer de Suicide Squad, um dos próximos filmes da DC Comics a sair, tendo estreia prevista para agosto deste ano.
O filme é inspirado na equipa de mesmo nome das bandas desenhadas. Já tínhamos visto imagens deste filme na Comic-Con, num trailer que mostrava as principais personagens. Mas o que vimos neste trailer muda toda a nossa percepção. No First Look sabíamos quem eras as personagens e parecia ter um tom negro enquanto que neste, vemos que o filme vai ser uma experiência sobretudo divertida. 
Se ainda não viram o trailer, aconselho-vos a ver, está aqui neste mesmo post. Vejam e depois continuem a ler. Continuando, o trailer é todo ele acompanhado de Bohemian Rhapsody, um dos temas mais icónicos dos Queen e uma música que condiz com o filme perfeitamente. Mas pelos dois trailers, penso que o filme vai ter demasiadas personagens e muito pouco tempo para as desenvolver. Isto é a minha opinião, não esquecendo, opinião de uma pessoa que conhece mal esta equipa. Vemos ao longo do trailer, o porquê da formação desta equipa e também as personagens mais importantes: Harley Quinn, interpretada por Margot Robbie que me rendeu completamente ao filme (acho que a Harley Quinn dela é fantástica), Deadshot, o vilão do Batman, aqui com o rosto de Will Smith e claro, Jared Leto como Joker (entre muitos, muitos outros). Parece-me um cast bastante competente. O nome que menos me atraiu nos dois trailers foi o de Leto: é um bom ator, mas parece-me ligeiramente convencido e o seu Joker é uma visão diferente mas que não me captou. Desde 1989, todos os Joker do cinema e da TV tentavam imitar Jack Nicholson até Heath Ledger nos mostrar uma excelente versão deste vilão em 2008, n' O Cavaleiro das Trevas. E depois de Ledger, Leto tentou dar o mesmo estilo revolucionário mas ficou muito longe do original e pouco apelativo. Não gosto portanto, desta versão do Joker mas com uma Harley Quinn tão perfeita, esse pormenor não vai diminuir a minha diversão ao ver o filme. Há também rumores de que o Joker não vai ser um membro da equipa, o que faz total sentido visto que no trailer este nunca é visto na prisão com os outros membros. Teremos que esperar.
Este é, sem dúvida, um dos melhores trailers que eu vi nos últimos meses e parece-me que o filme vai ser também bastante bom. Aconselho-vos a ver o trailer e fica já prometida uma antevisão ao filme para daqui a uns meses.


sábado, 16 de janeiro de 2016

As Minhas Leituras - Poderosos Heróis Marvel Volume 6 - Justiceiro: A Ressurreição de Ma Gnucci

Quero voltar já a realizar As Minhas Leituras, a minha rubrica de críticas a banda desenhada que tem andado parada nos últimos tempos. Felizmente, tenho muitos livros e revistas a analisar e quero fazê-lo em breve. Hoje, Justiceiro: A Ressurreição de Ma Gnucci, o sexto volume da coleção Poderosos Heróis Marvel.
Para começar, quero só dizer que não sou o maior fã do Justiceiro do mundo. Li Diário de Guerra, uma violenta e espetacular obra, já anteriormente publicada numa outra coleção da Marvel da editora Levoir e fico-me por aí. Sem contar a sua participação noutras bandas desenhadas, em especial a sua fantástica aparição na Guerra Civil.
Pode então dizer-se que não conhecia bem a personagem. E o mesmo acontece com os autores do livro. A dupla ficou muito popular nos anos 90 com a série adulta Preacher que eu nunca li mas que tenho de dizer que sempre me fascinou.
Chegando finalmente ao volume em questão, tudo começa quando o filho rico de um antigo adversário do Justiceiro quer vingança. Ao longo da história podemos acompanhar os pensamentos desta personagem algo maníaca e racista social, sendo ele desta vez o autor do Diário de Guerra. Há ainda o tema principal da obra, ou seja, o regresso de Ma Gnucci, uma antiga chefe da máfia com quem o Justiceiro lutou no passado. Ma foi morta mas de alguma maneira voltou e está agora a começar uma guerra no submundo do crime. Claro que cabe a Frank Castle, o Justiceiro, lidar com tudo isto mas desta vez vai ter alguma ajuda: Charlie Schitti, o último membro da família Gnucci vivo, que dá informações sobre o seu tempo a trabalhar para a Ma ao Justiceiro e a Tenente Molly Von Ritchofen, que se alia ao anti-herói, apenas até matarem a chefe da máfia renascida, que esta odeia profundamente.
E nesta história multifacetada, entra ainda o ponto alto das histórias do Justiceiro: a ação. Muitas armas e referências a westerns, culminando numa excelente cena que une o quinto capítulo ao sexto, envolvendo todas as personagens centrais da história num tiroteio violento e com humor negro à mistura.
A arte é a clássica de Dillon: grande uso de figuras poligonais, deixando por vezes a sensação de profundidade mal estudada mas criando um efeito visual fantástico. Nas cenas de ação, há uma especial atenção aos detalhes, tornando-as mais próximas dos filmes que esta obra tanto homenageia.
É algo verdadeiramente fantástico. Ennis conhece a personagem e sabe o que os leitores querem: violência e humor negro, dentro dos limites de publicação da Marvel. Gostei bastante e tornou-se uma das minhas histórias preferidas com releitura obrigatória para daqui a uns anos.


quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Feliz 2016!

Hoje venho só desejar um feliz 2016 repleto de tudo aquilo que nos faz feliz. Eu já tenho uma resolução de ano novo: escrever mais regularmente no blog.
Feliz 2016!

sábado, 26 de dezembro de 2015

Review - Star Wars Episódio VII - O Despertar da Força - Sem Spoilers

Apesar de não ter escrito no blog durante bastante tempo quero corrigir esse erro e recomeçar em grande, com a análise de um dos melhores filmes do ano, Star Wars: O Despertar da Força.
Quero avisar que esta é a análise sem spoilers para não estragar a ninguém este filme.
Star Wars é uma das séries mais adoradas de todos os tempos e um ícone da cultura pop que afeta qualquer humano da Terra. Ao longo de quase quarenta anos, filmes, séries de televisão, bandas desenhadas, figuras de ação, romances, videojogos, CD's, jogos de tabuleiro, RPG's e merchandise variado ocuparam a vida de todos os habitantes de planeta. Alguns, de forma pequena, apenas reconhecendo o nome da franquia mas outros, outros deram a vida a esta saga. E J.J. Abrams, co-criador de séries como Fringe e Lost e realizador de Missão Impossível III e de Super 8, assim como fã de Star Wars, foi escolhido para realizar este sétimo episódio da saga, dez anos depois do úlimo e uma sequela direta a O Regresso do Jedi, de 1983. E para o argumento, Abrams precisou da ajuda de Lawrence Kasdan, um dos mais lendários argumentistas de cinema de todos os tempos, reconhecido pelo se trabalho em O Império Contra-Ataca, O Regresso do Jedi e Os Salteadores da Arca Perdida e Michael Arndt, escritor de Little Miss Sunshine, um dos meus filmes preferidos a par da trilogia original de Star Wars. E não nos devemos esquecer que toda a Lucasfilms foi comprada pela Disney, incluindo os direitos de Star Wars. Este filme teve então muito dinheiro a circular, para que fosse um autentico sucesso. Até este momento na análise temos: uma saga de sucesso ímpar, um realizador adorado pelos seus trabalhos anteriores, um grupo de argumentistas absolutamente genial e valores de produção astronómicos. Estes quatro fatores fazem grande parte da bilheteira de um filme mas será que fazem um filme ser bom. Só quando têm um bom elenco, claro. E O Despertar da Força merece toda a popularidade que tem, baseando-se apenas nos seus atores. Harrison Ford, Mark Hamill, Carrie Fisher, Anthony Daniels e Peter Mayhew voltam aos seus papéis da trilogia original de Star Wars como Han Solo, Luke Skywalker, Leia Organa, C-3PO e Chewbacca. Todos eles desempenham espetacularmente os seus papéis trazendo a alma dos filmes originais com algo de novo nas personagens. As grandes novidades são, como é evidente, os atores que se juntaram neste filme à franquia. O curioso é todos estes atores serem algo desconhecidos como Hamill ou Fisher eram em 1977, aquando o lançamento do primeiro filme. Primeiro temos Adam Driver a desempenhar o papel de Kylo Ren, o vilão deste filme. Kylo Ren não é um sith, é apenas um homem que controla a força e usa um sabre de luz vermelho mas nunca teve, pensamos nós, um treino do Lado Negro da Força. Na verdade, se repararem, Kylo Ren é uma personagem bastante fraca a nível de poderes, o que o torna interessante. A atriz principal é Daisy Ridley a desempenhar o papel de Rey. Esta é sem dúvida a minha personagem preferida do filme todo. É uma simpática caçadora de tesouros do planeta Jakku e tem pais desconhecidos. Acaba por se envolver entre a Primeira Ordem (os vilões do filme) e a Resistência (os heróis do filme) e o seu desenvolvimento é espetacular. Prometo que no fim do filme vão pensar que se passaram meses desde a primeira cena devido à grande evolução de Rey. Outro ator principal é John Boyega no papel de Finn, um soldado da Primeira Ordem que se sente algo desajustado nos ideais do exército. A última personagem cuja descrição vou aprofundar é Poe Dameron, um piloto da Resitência interpretado por Oscar Isaac que está sempre acompanhado de BB-8, um robô esférico bastante adorado pelos fãs. Se há algo que este filme faz bem é as personagens e a evolução das mesmas. Parece que o espectador consegue sentir verdadeiramente os sentimentos das personagens e as relações entre as mesmas. Já é algo que este filme faz melhor do que as prequelas de Star Wars.
Passando só ao enredo, muito superficialmente: Luke Skywalker desapareceu e cabe a Poe levar à Resistência o último pedaço do mapa que indica a localização do jedi. Depois de uns quantos acontecimentos rebuscados, BB-8, contendo o tal pedaço de mapa, vai parar às mãos de Rey e esta tem de fazer os possíveis para completar a missão de Poe. Enredo simples, não? Sim, mas com muitas mais cenas bastante importantes. Há personagens a ser introduzidas, outras a reaparecerem na saga, combates fantasticamente realizados, pequenos pormenores para saciar os fãs da saga e muito outro conteúdo espetacular. Gostaria ainda de mencionar os excelentes visuais do filme. Vi em IMAX e não fiquei fã. Em cenas de muito movimento a imagem fica distorcida e não é a melhor maneira de se ver um filme para quem procura todos os pormenores visuais, já que apenas o primeiro plano é bem focado. Quero só deixar a recomendação da fantástica banda sonora de John Williams que compôs também as músicas dos outros filmes da saga. Há algumas faixas de filmes anteriores mas também uma boa quantidade de músicas inteiramente novas. 
O meu único problema com o filme é a semelhança que partilha com a história da trilogia original. E não acho que seja um verdadeiro problema. A frase "Não arranjem o que não está estragado" pode associar-se a este problema. Se a trilogia original era tão boa e se as prequelas introduziram aspetos que são odiados pelos fãs, um novo filme deve seguir as passadas dos três melhores filmes da saga. Assim o fez e eu e grande parte dos fãs da franquia apreciamos imenso este trabalho. É um dos melhores filmes de sempre! Sem dúvida, o melhor filme que vi este ano e um dos melhores filmes de toda a saga. É bastante melhor do que as prequelas e é mesmo superior ao Episódio VI. Tem o espírito dos filmes originais e foi construído pelo máximo esforço de diferentes pessoas. Recomendo este excelente filme se já viram todos os anteriores e, se não os viram, façam uma maratona e acabem-na com este Episódio VII.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal!

Eu sei que tenho deixado o blog bastante desatualizado mas prometo que isso vai mudar. Hoje, deixo-vos apenas uns votos de um bom Natal, se o festejam, claro. Feliz Natal!

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