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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Capas - Action Comics Vol. 2 #1 - Variante nº 2

A capa de hoje é de Action Comics Vol. 2 #1, o primeiro número do relançamento desta série de bandas desenhadas que teve uma contagem contínua de 1938 até 2011, ano em que saiu esta revista, ao relançá-la sob a linha editorial Os Novos 52, uma reformulação do Universo DC, criado para atrair leitores novos que podem não estar dispostos a ler toda a grande história dos heróis deste universo.
A capa que escolhi é a variante número dois desenhada por Jim Lee, Scott Williams e Alex Sinclair. A capa original é de Rags Morales e Brad Anderson enquanto que a primeira variant é apenas de Morales.
A capa mostra o Super-Homem numa pose defensiva logo após derrotar um robô alienígena.



domingo, 20 de setembro de 2015

Cosplay - Amy e Sheldon d'A Teoria do Big Bang

O cosplay de hoje é de um dos casais mais adorados da sitcom geek A Teoria do Big Bang. Composto por Amy e Sheldon, este casal é adorado pelos fãs e foi batizado Shamy pela personagem Penny, a vizinha de Sheldon e melhor amiga de Amy.
Os cosplayers são desconhecidos mas captam a essência das personagens com as roupas de Amy e a camisola com referências nerds de Sheldon.


sábado, 19 de setembro de 2015

Capas - Fight Club 2 #1 (Clube de Combate 2 #1)

Partilho hoje convosco uma das grandes capas de banda desenhada deste ano, a do primeiro número de Fight Club 2, a banda desenhada de Chuck Palahniuk, o autor do livro que deu origem ao filme Clube de Combate de David Fincher, que se tornou um verdadeiro marco no cinema. A arte interior é de Cameron Stewart mas a capa, assim como as capas das restantes nove edições desta sequela ao filme e livro, são da autoria de David Mack, autor de banda desenhada conhecido pelo seu trabalho em Demolidor e Alias. Desta vez tocou a Marvel pela Dark Horse Comics.
Aqui fica esta enigmática ilustração, verdadeiramente fascinante.


Cosplay - Os Peanuts

Hoje trago um belo cosplay de uma das tiras de banda desenhada mais marcantes de todo o sempre, Os Peanuts.
O cosplay conta com as personagens principais da série e ainda com a Rapariga Ruiva, uma personagem que não conhecia mas que descobri que servia como um interesse amoroso imaginário de Charlie Brown. Entre as personagens temos os conhecidos Snoopy e Woodstock (este último em versão de peluche), Charlie Brown e o seu amigo Linus, a rapariga má do bairro Sally, o seu interesse amoroso ao piano Schroeder, as amigas Patty Pimentinha e Marcie, a irmã de Charlie Brown, Sally e o tal interesse imaginário da personagem principal que desconhecia.


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Capas: Gárgulas #5 (Série Norte-Americana)

Hoje, trago o quinto número da série de banda desenhada inspirada na série da Disney Gárgulas, uma série dos anos 90 com um estilo negro e mais adulto que as séries normais desta produtora.
Esta série da Casa das Ideias não acompanhava as aventuras principais da série de televisão mas tentava explorar mais o seu universo. Esta série era tão fora do normal que passados apenas dois meses da estreia nas televisões, já tinha bandas desenhadas a criar novas personagens e a explorar histórias completamente diferentes das que as crianças viam no ecrã.
Uma bonita capa deste universo que conheço mal por não ter nunca visto a série. O pouco que sei foi-me passado pelos meus primos que viram este marco cultural e que me emprestaram uma figura da personagem principal do desenho animado, uma criatura roxa e imponente, com que muito brinquei mesmo sem saber sequer o nome dela.


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Capas: Super-Homem: Pelo Amanhã - Volume 2

A capa que quis trazer hoje é a de Super-Homem: Pelo Amanhã - Volume 2, publicado numa das coleções de banda desenhada do Público, sendo este o quarto volume da coleção. A ilustração é bastante bonita, mostrando o Super-Homem a voar com a cidade em que vive no fundo.


domingo, 13 de setembro de 2015

As Minhas Leituras - O Regresso do Cavaleiro das Trevas

1986. Haverá maior ano na banda desenhada que este? É difícil que haja... Watchmen, Maus, Demolidor: Renascido e, claro, O Regresso do Cavaleiro das Trevas do autor Frank Miller foram lançados em 86 e marcaram para sempre este meio. Este ano começou também a Era Moderna da banda desenhada americana marcada por uma violência maior na banda desenhada e um realismo que até então não existia com muita frequência. Esta era dura até hoje mas passou por muitas diferenças ideológicas e criativas ao longo dos anos.
Mas continuando, O Regresso do Cavaleiro das Trevas foi um dos maiores marcos culturais de toda a década de 1980, não apenas na banda desenhada. Marcou toda a ficção científica distópica e praticamente deu um novo tom às bandas desenhadas de super-heróis.



A história começa com um Bruce Wayne que deixou de ser o Batman há dez anos. Agora Gotham está ainda mais podre do que estava nas histórias da cronologia normal do Batman (porque esta história passa-se num futuro de um universo alternativo deste herói). É governada por um grupo de delinquentes arruaceiros armados chamados Mutantes e a polícia da cidade é liderada pela corrupção. Até o benevolente Jim Gordon, se vai reformar e deixar para trás o cargo de Comissário. Mas entretanto, Bruce Wayne decide voltar a ser o Batman. Um Batman que promete acabar com os Mutantes. E ele vai tentar a todos os custos. Mas contra ele está praticamente toda a imprensa. Apenas algumas pessoas, todas elas oprimidas acreditam no regresso do heróis. Muitos acham até que Batman não passou de um mito. Mas agora ajudado por uma nova jovem Robin, que acredita mais nos seus ideais do que em qualquer outra coisa, Batman vai retomar o controlo de Gotham e até lutar contra dois dos seus maiores inimigos de outrora: Joker e Duas-Caras que graças ao psiquiatra Bartholomew Wolper recuperaram a sua sanidade mental. Tudo até ao Regresso de Batman.
Também há pontos menores da história que na minha opinião não foram tão bem trabalhados como Oliver Queen e a sua revolta contra o sistema ou a Crise de Mísseis que atormenta Gotham (este último ponto acaba por ter um papel-chave no último capítulo da saga mas ao longo da história é pouco explorado).

Mas além desta espetacular história, também a arte é genial nesta saga. Tudo desenhado por Frank Miller (apenas com arte-final de Klaus Janson), este desenhador consegue ter um estilo adequado a esta Gotham horrível: sujo, desbotado, caras inexpressivas, toda a gente vestida de cinzento... E faz também com que todos os movimentos sejam próprios das personagens como os Mutantes violentos ou a leve e cuidadosa Robin, Os desenhos são todos detalhados e há sempre uma sensação estranha quando alguém que leu a história olha uma das suas pranchas.


E não podia não falar da imprensa nesta história. A imprensa fictícia de vários canais de televisão que mostram as suas opiniões em relação a diferentes assuntos. O décimo aniversário do desaparecimento do Batman, a ameaça de mísseis, as diferentes opiniões sobre o regresso de Duas-Caras. Em grande parte das pranchas, há uma ou mais (normalmente mais do que quatro) vinhetas com canais de notícias com comentadores a falar sobre tudo isto. Há uma presença constante, uma presença que é muito sentida e que ajuda a progredir a história e a inserir o leitor neste universo.

Na minha opinião, esta é uma das melhores minisséries de todos os tempos. Uma das melhores sagas em banda desenhada de sempre. Começando pelo pior: há realmente uma falta de história central ao longo de toda a saga, funcionando mais como um mostruário do que é este Universo alternativo horrível. A história fica um pouco de lado e o clímax do último capítulo não é nada de espetacular, considerando que o caminho que levou a esse acontecimento é muito curto. Passando ao lado bom, o universo funciona muito bem: foi bastante bem criado e só podia ser mesmo assim, uma Gotham sem o Batman. A história, apesar do que mencionei anteriormente continua a ter aspetos muito bons, especialmente todas as menções a antigos eventos do universo de Batman. A arte é realmente uma das melhores de sempre e, como um todo, esta é uma das melhores obras de banda desenhada da década.
É cativante, emocionante, violento e simplesmente fabuloso. Mesmo que não tenham lido muitas histórias de Batman nem sejam grandes fãs de banda desenhada americana, esta é uma saga que mesmo assim aconselho. Simplesmente espetacular.