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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Capa: Avengers #16 (Vol. 1)

Decidi que hoje traria uma das mais icónicas capas do primeiro volume de The Avengers, a revista de super-heróis norte-americana. Este #16 é uma edição muito importante pois, para além de ter uma capa espetacular tem ainda uma história que introduz a nova equipa dos Vingadores, composta pelo líder e já membro Capitão América, pelos antigos vilões dos X-Men, Mercúrio e Feiticeira Escarlate e por Gavião Arqueiro.
Começou uma nova época para esta fantástica equipa, numa história espetacular a contar com os Mestres do Mal e tem uma capa absolutamente brutal do rei dos comics, Jack Kirby.



Enredo do Próximo Filme de Nolan Está Acabado

Christopher Nolan, um dos meus realizadores prediletos, teve o seu próximo projeto anunciado, via twitter.
As informações são muito poucas: apenas foi afirmado que o enredo está completo mas não existe nenhuma confirmação de ator nem mais nenhuma especificação.
Fiquei claro entusiasmado pois um filme de Nolan é sempre uma experiência rica e espero ansiosamente pela sinopse oficial deste projeto.



terça-feira, 28 de julho de 2015

O Melhor do Cosplay - Especial Hong Kong 2015

Esta semana passa-se o anual festim de Cosplay de Hong Kong, onde milhares de cosplayers, muitos deles anónimos mostram os seus fatos a fotógrafos e outros fãs. Aqui estão alguns dos meus favoritos. Espero que gostem e infelizmente não creditei os cosplayers por falta da sua assinatura nas imagens.






As Minhas Leituras - EBAL Invictus nº 16

Esta análise de hoje será rápida: é de uma revista que adquiri recentemente na loja Tintim por Tintim, que a minha Mãe me ofereceu: Incvictus nº 16 da editora EBAL, uma compra por razões de colecionismo já que as histórias não têm conclusão e a sua edição é bastante fraca.

Este número apresenta duas histórias: uma de Arqueiro e de Lanterna Verde dos fabulosos Denny O'Neil e Mike Grell e que, devido a coleções Levoir, me captou a atenção. Já num volume dessa coleção tive a oportunidade de ler esta série e gostei bastante dela e também já tinha lido um trabalho nessas coleções de Grell precisamente sobre o Arqueiro Verde. A história é simples com um vilão que precisa de ser derrotado pela dupla de heróis, aqui acompanhados pela mulher do Arqueiro, Canário Negro.

Na segunda história, desta vez de Flash, a Patinadora é presa mas deixa um substituto para acabar com o Flash: o Mestre dos Anéis que ganha protagonismo e deixa muita gente, incluindo a mulher do herói, Iris West, a desacreditar o Homem Mais Rápido do Mundo. Isto é um golpe vital em Flash e este tem de recuperar antes que a Patinadora escape da prisão.

As histórias são ambas excelentes com muita boa arte e uma trama interessante. Como disse, escolhi esta edição devido a colecionismo mas acabei por até gostar imenso das histórias. Como foi lida por essa razão não terá nota mas recomendo a acrescentarem-na às vossas coleções.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Capa: Action Comics #40

A capa que vos apresento hoje é uma variant, como muitas saíram nesse mês que combina a banda desenhada a que se destina a capa com um filme de culto. É a de Action Comics #40, que põe Super-Homem e Doomsday no papel de Bill e Ted, do filem Bill and Ted's Excellent Adventure. Vejam esta capa de Joe Quinones em baixo.

Superman Bill Ted Excellent Adventure Comic Cover 570x876 Exclusive: DC Comics Movie Themed March Covers Revealed

As Minhas Leituras - Batman: Detetive

Há boas e más séries de televisão animadas inspiradas em super-heróis. Como em tudo. Temos as excelentes Spectacular Spider-Man, X-Men ou Avengers: Earth Mightiest Heroes mas também as horríveis Swamp Thing, Fantastic Four ou Spider-Woman, séries bastante más que nem tiveram muitos episódios devido a este problema. Mas se procurarem qualquer lista das melhores animações de super-heróis, facilmente encontrarão nos lugares mais próximos ao número 1 séries como a de Spawn, ou Young Justice... e claro, a única e grande, Batman: The Animated Series.
Muitos dizem que as séries de super-heróis e todo o universo de Batman, tanto na bd, como no cinema, na televisão e nos jogo só estão assim devido a esta série dos anos 90. Um fenómeno da crítica e da audiência, Batman: TAS (sigla utilizada para se referir à série, em vez de se escrever/dizer o nome completo) tinha um olhar mais negro para com o Homem-Morcego e toda a Gotham, fazendo os seus vilões mais horríveis do que o normal nas bandas desenhadas e dando uma ideia mais adulta do trabalho de um super-herói, numa maneira muito diferente dos desenhos animados de sábado de manhã que atingiram o máximo de popularidade na época em que esta série estreou. Adaptou bastantes bandas desenhadas, dando os retoques habituais da série e tornou-se num verdadeiro marco cultural que, na opinião de alguns, teve um impacto perto do de séries como Beavis and Buthead ou South Park.

O que nos é apresentado neste livro são histórias de um dos responsáveis por esta grande série Paul Dini, apoiados pelos traços de diferentes autores como Don Kramer e ainda com uma história extra de Royal McGraw. O volume é composto por histórias que têm início e fim no mesmo número, sem uma trama complexa ou alterações a todo o universo. Por vezes, Batman tem de auxiliar antigos inimigos como Hera Venenosa ou Pinguim, quando estes se encontram ameaçados por um mal maior. Noutras, vê-se envolvido numa trama à procura de um criminoso, e, numa delas é até ajudado por um dos seus antigos inimigos, o Charada.

É uma coletânea de histórias que mostram o lado original de Batman. Não se vê confrontado com um vilão que tenta atingi-lo psicologicamente ou tem de lidar com problemas da sua vida como Bruce Wayne ao ser Batman, é apenas algo mais próximo dos primeiros números da sua revista, nos anos 40. Histórias simples, com um Batman sábio e perspicaz e que vale o título de Maior Detetive do Mundo, dado-lhe por Ra's Al Ghul,

A arte é a tipica arte de uma revista comercial. Como não é um grande arco nem uma grande minissérie, tem uns desenhos bons mas sem novas técnicas. Continua a acompanhar bastante bem a história e tem um bom rol de cores, condizendo com o estilo menos adulto destes contos.

Pessoalmente gostei bastante deste volume. Por um lado torna-se menos interessante, especialmente ao ser inserido numa coleção com grandes histórias de autores como Frank Miller, Grant Morrison ou Tim Sale. Mas continua a ser bom. Quando não se tem mais nada para se fazer, ler uma destas histórias em alguns minutos a aproveitar os talentos de escrita de Dini é algo sempre agradável. Não é revolucionário, nem épico e duvido que seja um dos 10 melhores livros de banda desenhada de sempre. Mas não é suposto sê-lo. E assim sendo, é algo espetacular, um livro espetacular que para muitos deu uma esperança de que a série de Batman dos anos 90 ainda não tinha acabado, apesar de este volume se diferenciar muito, por incluir aventuras mais leves. Mesmo assim, partilha o espírito de detetive e uma história de uma das vilãs criadas na série de animação, Arlequina, que aqui co-protagoniza a última história.

Em suma é um livro muito bom mas sem nada de identificativo e se não procurarem aventuras mais infantis não têm aqui o livro. Não vão lê-lo a esperar um Ano Um mas sintam-se entusiasmado. O que Dini e os outros autores aqui fizeram é excelente. A minha nota? 75 em 100.

domingo, 26 de julho de 2015

ECE #13 - O Começo de Fate/Stay Night: Unlimited Blade Works

Hoje, no ECE, proponho os dois primeiros episódios de Fate/Stay Night: Unlimited Blade Works, uma série algo recente de anime que estou a ver e a achar bastante interessante. E porquê os dois primeiros episódios? Porque têm a mesma história contados apenas por perspetivas diferentes: o primeiro (ou episódio 0 ou prólogo) é centrado em Tosaka Rin, enquanto que o segundo é centrado em Emiya Shirõ.
Na história, uma nova Guerra do Graal começa, apenas dez anos depois da última. Rin, esforça-se ao máximo para conseguir entrar nela com o Servo mais forte, Saber, mas acaba por ficar com Archer devido a um erro de cálculo de tempo. Quem fica com Saber, é na verdade Shirõ que de alguma maneira tinha a Avalon, o objeto que invoca este tão poderoso Servo, inserido dentro dele. Os dois episódios (vá, o primeiro é cotado como especial) são bastante bons, com momentos muito leves e são poucas as cenas de combate para além de pequenos encontros contra o Lancer. Percebe-se muito da vida dos dois jovens e do que aconteceu às personagens da prequela desta série, Fate/Zero, como Kotomne Kirei, Gilgamesh ou Matou Sakura.
Pessoalmente aconselho-vos a experimentarem estes episódios e depois a verem toda a série mas aconselho-vos a ver Fate/Zero primeiro, já que há umas quantas referências bastante interessantes.


As duas personagens principais do primeiro episódio, Rin e o seu Servo Archer.