Jeph Loeb e Tim Sale... Haverá nos comics alguma equipa de autores mais espetacular desde o século XXI? Trabalhos para a DC, trabalhos para a Marvel... Todos eles fantásticos.
E este Hulk: Cinzento é mais um para se acrescentar à lista: Bruce Banner consulta Doc Sampson e conta-lhe as suas primeiras histórias como Hulk. Tudo sobre de quando ainda era cinzento, ainda se pensava que Banner estava morto e ainda Betty não sabia quem era Hulk.
A história é maravilhosa! Temos momentos muito bons e um diálogo tanto no consultório de Doc Sampson tanto nas analepses genial. Mas os desenhos também estão algo de maravilhosos sem distinção de anteriores trabalhos de Sale.
É um livro excelente com narrativa que não desaponta e desenhos a acompanhar estes momentos fora do normal.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
As Minhas Leituras - UM Vol. 16 - X-Women - Mulheres da Marvel
Ao longo dos anos muitas heroínas foram introduzidas na Marvel e, numa ação para aumentar o número de vendas foram sensualizadas. Mas isso não impede que estas personagens não tenham fortes personalidades. Um exemplo é o da Mulher-Aranha que, na minha opinião, tem uma das histórias mais interessantes de todo o Universo Marvel. Mas claro que podia escrever linhas e linhas cheias de exemplos mas este livro faz isso de uma maneira muito melhor.
O volume é uma coleção de quatro histórias todas com histórias de heroínas diferentes. Na primeira, dedicada às mulheres dos X-Men, temos Kitty Pryde, Tempestade, Psylocke e Vampira numas férias bastante atribuladas nas quais têm de salvar a Garota Marvel e Emma Frost. Na segunda história, X-23 encontra antigos amigos de Nova Iorque e tem problemas pessoais. Na penúltima Adaga e Manto veem-se separados e têm ambos os seus problemas com o passado. Na última Sif, encontra Beta Raio Bill e lutam contra uns alienígenas.
Sinceramente, o livro não é nada de especial... Temos uma primeira história interessante com os desenhos de Milo Manara que dá um certo toque às personagens e é sempre bom vermos personagens tão espetaculares como Lince Negra ou Vampira.
Fica a recomendação porque não tem nenhum problema que mantenha os leitores afastados mas também não tem nenhuma vantagem que os mantenha pegados.
domingo, 3 de maio de 2015
ECE #1 - Heath Ledger a Cantar Frankie Valli
Decidi remodelar a rubrica ECE (Episódios Cenas e Especiais): a partir de agora será uma série dominical em que todas as semanas irei apresentar uma cena de um filme ou um episódio de uma série. Vou também numerar os posts e considerem os anteriores uns ECE "zero-ponto-qualquer-coisa".
Para começar tenho a minha cena preferida de um filme que vi neste fim-de-semana, 10 Coisas que Odeio em Ti. O filme não é nada de especial. Vê-se bem e não tem nenhum problema mas não é nenhum filme que toda a gente deveria ver. E felizmente, tem um pequeno elemento que faz dele um filme melhor: Heath Ledger num dos seus primeiros papéis. O ator viria a tornar-se famoso devido aos seus papéis de Ennis em Brokeback Mountain e de Joker n'O Cavaleiro Das Trevas e também devido à sua morte precoce em 2008.
No filme, Ledger desempenha o papel de Patrick Verona, um adolescente rebelde de quem toda a gente tem medo. Mas quando se apaixona pela hipster Kat faz coisas verdadeiramente apaixonadas. Como nesta cena em que Heath Ledger canta a música Can't Take My Eyes off of You de Frankie Valli a Kat, cena nomeada para os MTV Movie Awards como melhor atuação musical. A música foi também usada em muitos outros filmes, sendo o mais conhecido, O Caçador de Michael Cimino.
Para começar tenho a minha cena preferida de um filme que vi neste fim-de-semana, 10 Coisas que Odeio em Ti. O filme não é nada de especial. Vê-se bem e não tem nenhum problema mas não é nenhum filme que toda a gente deveria ver. E felizmente, tem um pequeno elemento que faz dele um filme melhor: Heath Ledger num dos seus primeiros papéis. O ator viria a tornar-se famoso devido aos seus papéis de Ennis em Brokeback Mountain e de Joker n'O Cavaleiro Das Trevas e também devido à sua morte precoce em 2008.
No filme, Ledger desempenha o papel de Patrick Verona, um adolescente rebelde de quem toda a gente tem medo. Mas quando se apaixona pela hipster Kat faz coisas verdadeiramente apaixonadas. Como nesta cena em que Heath Ledger canta a música Can't Take My Eyes off of You de Frankie Valli a Kat, cena nomeada para os MTV Movie Awards como melhor atuação musical. A música foi também usada em muitos outros filmes, sendo o mais conhecido, O Caçador de Michael Cimino.
sábado, 2 de maio de 2015
As Minhas Leituras - UM Vol. 15 - Homem-Aranha e Vingadores: Contos de Fadas Marvel
Contos de Fadas Marvel é um exemplo de que as bandas desenhadas de super-heróis podem sofrer alterações e mesmo assim serem coisas maravilhosas.
Neste livro, C.B. Cebulski apresenta-nos seis histórias, quatro delas com os desenhos de autores portugueses, que nos apresentam histórias infantis de fantasia clássicas com os super-heróis como principais personagens. Temos Mary Jane como a Capuchinho Vermelho, o Capitão América como Peter Pan ou a Mulher Hulk como Dorothy de O Feiticeiro de Oz em histórias fiéis ao original mas também às mitologias destas personagens no Universo Marvel. Por exemplo, na última história, o nome das Duas Bruxas Irmãs é Wanda e Pietra como o nome dos super-heróis Feiticeira Escarlate e Mercúrio.
E tenho de elogiar a arte de todas as histórias que condiz muito como espírito de cada história. Tal não seria possível com um traço mais habitual para bandas desenhadas da Marvel e considero uma escolha excelente terem colocado nas histórias artistas como Ricardo Tércio e Nuno Plati.
Um excelente livro para quem pretende uma leitura leve e sair da excentricidade dos comics de hoje.
Neste livro, C.B. Cebulski apresenta-nos seis histórias, quatro delas com os desenhos de autores portugueses, que nos apresentam histórias infantis de fantasia clássicas com os super-heróis como principais personagens. Temos Mary Jane como a Capuchinho Vermelho, o Capitão América como Peter Pan ou a Mulher Hulk como Dorothy de O Feiticeiro de Oz em histórias fiéis ao original mas também às mitologias destas personagens no Universo Marvel. Por exemplo, na última história, o nome das Duas Bruxas Irmãs é Wanda e Pietra como o nome dos super-heróis Feiticeira Escarlate e Mercúrio.
E tenho de elogiar a arte de todas as histórias que condiz muito como espírito de cada história. Tal não seria possível com um traço mais habitual para bandas desenhadas da Marvel e considero uma escolha excelente terem colocado nas histórias artistas como Ricardo Tércio e Nuno Plati.
Um excelente livro para quem pretende uma leitura leve e sair da excentricidade dos comics de hoje.
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quarta-feira, 29 de abril de 2015
As Minhas Leituras - Battle Royale
Aviso de Spoiler - Esta análise poderá incluir spoilers dos dois primeiros volumes do manga Battle Royale. Foram avisados.
Por muito que goste de banda desenhada e de anime, nunca consegui nutrir a paixão que tenho pelos dois pela junção dos dois, a manga. Mas há umas semanas atrás decidi que iria começar a ler algumas séries de manga que me pudessem interessar por terem sido adaptadas para animes que já tinha visto ou por ter uma adaptação má, não existente ou simplesmente inacabada. E a primeira série insere-se na penúltima classe: Battle Royale. Tecnicamente é a adaptação de um livro e a manga ainda deu origem a dois filmes que até se tornaram bastante conhecidos mas a manga é a melhor versão segundo pessoas que contactaram com as três coisas.
A história de Battle Royale é bastante simples. Num Japão distópico, todos os anos é realizado um concurso chamado o Programa que põe adolescentes de uma turma escolhidos ao acaso num jogo de sobrevivência, enquanto espectadores japoneses assistem este festim mortífero. Tudo o que os jogadores têm de fazer é matar todos os outros e tudo o que recebem é um saco com alguns mantimentos e uma arma diferente para cada aluno. O jogo realiza-se numa ilha e é impossível um dos participantes sair de lá já que são obrigados a usar colares identificadores de posição e que podem matar o usuário se este tentar desativá-lo ou fugir por via marítima.
As personagens são realmente o ponto forte desta manga assim como grande parte das obras de sobrevivência. Em primeiro lugar temos Shuuya Nanahara, um rapaz órfão e fã de rock de bom coração que chega à ilha com o seu amigo e companheiro de casa Yoshitoki Kuninobu e que fica chocado quando este é morto na sala inicial. Shuuya decide então proteger a rapariga que Yoshitoki amava, Noriko.
Noriko Nakaagawa é uma rapariga simpática que nunca se mete em confusões mas que se mostra tanto como uma irmã mais nova a ser protegida por Shuuya mas também como uma namorada a tentar cuidar de Shuuya e a preocupar-se sempre que este não está presente.
Para completar o trio de personagens principais temos Shogo Kawada, um rapaz repetente mas que vê coragem e bondade em Shuuya e Noriko e decide ajudá-los já que pensa que estes não sobreviverão muito tempo numa ilha de assassinos. E é a relação entre estas três personagens que nos acompanha ao longo de todos os volumes e que nos faz adorar a série. Apesar de serem tão diferentes, precisam uns dos outros e é assim que conseguem ir sobrevivendo. Por vezes o grupo toma a forma bondosa da liderança de Shuuya, outras vezes a delicadeza de Noriko e outras vezes a frieza de Kawada. E isso é espetacular.
Há ainda outras grandes personagens como Shinji Mimura e os seus extraordinários planos; a máquina de guerra Kazuo Kiriyama; a rapariga com sérias perturbações psicológicas Mitsuko Souma e a lenda das artes marciais Hiroki Sugimura.
Em termos de arte, eu acho que o traço é muito bom mas também penso que com o meu conhecimento de manga sou uma boa pessoa para julgar a arte de uma série de manga.
Em termos gerais eu adorei esta série. Mostrou-me o que uma obra sobre sobrevivência pode fazer e pode significar já que mangas como este saem todos os anos sem nunca chegarem aos pés do original. A relação entre as personagens principais, as violentas cenas de carnificina e as espetaculares e interessantes cenas de história das personagens anteriores à sua participação no jogo fazem deste um dos grande mangas da década passada. Só vejo um problema capaz de deixar alguns leitores desmoralizados: por que razão confiam Noriko e Shuuya em Kawada nos primeiros capítulos. Tecnicamente deviam ser pessoas boas mas estou um pouco farto de todas as personagens bondosas serem estupidamente ingénuas.
Mas de resto esta é uma experiência incrível e deve ser lida por todos os que gostam de uma boa história de sobrevivência assim como personagens incrivelmente profundas.
Por muito que goste de banda desenhada e de anime, nunca consegui nutrir a paixão que tenho pelos dois pela junção dos dois, a manga. Mas há umas semanas atrás decidi que iria começar a ler algumas séries de manga que me pudessem interessar por terem sido adaptadas para animes que já tinha visto ou por ter uma adaptação má, não existente ou simplesmente inacabada. E a primeira série insere-se na penúltima classe: Battle Royale. Tecnicamente é a adaptação de um livro e a manga ainda deu origem a dois filmes que até se tornaram bastante conhecidos mas a manga é a melhor versão segundo pessoas que contactaram com as três coisas.
A história de Battle Royale é bastante simples. Num Japão distópico, todos os anos é realizado um concurso chamado o Programa que põe adolescentes de uma turma escolhidos ao acaso num jogo de sobrevivência, enquanto espectadores japoneses assistem este festim mortífero. Tudo o que os jogadores têm de fazer é matar todos os outros e tudo o que recebem é um saco com alguns mantimentos e uma arma diferente para cada aluno. O jogo realiza-se numa ilha e é impossível um dos participantes sair de lá já que são obrigados a usar colares identificadores de posição e que podem matar o usuário se este tentar desativá-lo ou fugir por via marítima.
As personagens são realmente o ponto forte desta manga assim como grande parte das obras de sobrevivência. Em primeiro lugar temos Shuuya Nanahara, um rapaz órfão e fã de rock de bom coração que chega à ilha com o seu amigo e companheiro de casa Yoshitoki Kuninobu e que fica chocado quando este é morto na sala inicial. Shuuya decide então proteger a rapariga que Yoshitoki amava, Noriko.
Noriko Nakaagawa é uma rapariga simpática que nunca se mete em confusões mas que se mostra tanto como uma irmã mais nova a ser protegida por Shuuya mas também como uma namorada a tentar cuidar de Shuuya e a preocupar-se sempre que este não está presente.
Para completar o trio de personagens principais temos Shogo Kawada, um rapaz repetente mas que vê coragem e bondade em Shuuya e Noriko e decide ajudá-los já que pensa que estes não sobreviverão muito tempo numa ilha de assassinos. E é a relação entre estas três personagens que nos acompanha ao longo de todos os volumes e que nos faz adorar a série. Apesar de serem tão diferentes, precisam uns dos outros e é assim que conseguem ir sobrevivendo. Por vezes o grupo toma a forma bondosa da liderança de Shuuya, outras vezes a delicadeza de Noriko e outras vezes a frieza de Kawada. E isso é espetacular.
Há ainda outras grandes personagens como Shinji Mimura e os seus extraordinários planos; a máquina de guerra Kazuo Kiriyama; a rapariga com sérias perturbações psicológicas Mitsuko Souma e a lenda das artes marciais Hiroki Sugimura.
Em termos de arte, eu acho que o traço é muito bom mas também penso que com o meu conhecimento de manga sou uma boa pessoa para julgar a arte de uma série de manga.
Em termos gerais eu adorei esta série. Mostrou-me o que uma obra sobre sobrevivência pode fazer e pode significar já que mangas como este saem todos os anos sem nunca chegarem aos pés do original. A relação entre as personagens principais, as violentas cenas de carnificina e as espetaculares e interessantes cenas de história das personagens anteriores à sua participação no jogo fazem deste um dos grande mangas da década passada. Só vejo um problema capaz de deixar alguns leitores desmoralizados: por que razão confiam Noriko e Shuuya em Kawada nos primeiros capítulos. Tecnicamente deviam ser pessoas boas mas estou um pouco farto de todas as personagens bondosas serem estupidamente ingénuas.
Mas de resto esta é uma experiência incrível e deve ser lida por todos os que gostam de uma boa história de sobrevivência assim como personagens incrivelmente profundas.
sábado, 25 de abril de 2015
As Minhas Leituras - UM #14 - Thor e Capitão América - A Essência do Medo
Não há muito a dizer sobre A Essência do Medo. A sua história tenta recriar o sucesso de sagas da Marvel anteriores como Guerra Civil ou Invasão Secreta. Infelizmente, falha.
Desde os acontecimentos da saga Cerco, Asgard e a Terra têm estado muito unidas até o inimigo de Asgard conhecido por Serpente renascer e decidir enfrentar deuses e humanos. Enquanto isto Odin regressa para repreender Thor que tem governado Asgard fora das maneiras tradicionais do Pai dos Deuses. Os Vingadores unem-se e tentam derrotar a Serpente e os seus súbditos enquanto Thor decide que vai seguir uma velha tradição e perecer ao enfrentar o poderoso vilão Asgardiano.
Sinceramente achei que esta história não tinha nenhum elemento que fizesse da saga tão boa quanto as anteriores. Muitos especialistas criticam Brian Michael Bendis por escrever histórias meramente comerciais e que não devem ser lembradas como obras de arte mas como pequenos produtos de entretenimento mas ele tem um certo dom ao escrever essas histórias. Não, não é nenhum Alan Moore nem nenhum Neil Gaiman mas consegue fazer obras que entretêm o leitor e que têm alguns combates ou momentos de diálogo épicos. Já Matt Fraction, se consegue escrever boas sagas da Marvel, não o demonstrou neste livro e provou que maxissagas anuais não funcionam tão bem assim.
Mesmo assim, temos uns desenhos bastante bons de Stuart Immonen que realmente tem uns traços distintivos e que acho que são muito bons, sendo um dos meus artistas de banda desenhada preferidos dos últimos cinco anos.
E assim acabo esta análise de uma obra mal construída e que, quando comparada a outras faz ser um pouco pior. Mesmo assim, seja pelos desenhos fantásticos, seja por não se ter mais nada para fazer durante um fim de tarde num fim de semana, esta obra deve ser lida.
Desde os acontecimentos da saga Cerco, Asgard e a Terra têm estado muito unidas até o inimigo de Asgard conhecido por Serpente renascer e decidir enfrentar deuses e humanos. Enquanto isto Odin regressa para repreender Thor que tem governado Asgard fora das maneiras tradicionais do Pai dos Deuses. Os Vingadores unem-se e tentam derrotar a Serpente e os seus súbditos enquanto Thor decide que vai seguir uma velha tradição e perecer ao enfrentar o poderoso vilão Asgardiano.
Sinceramente achei que esta história não tinha nenhum elemento que fizesse da saga tão boa quanto as anteriores. Muitos especialistas criticam Brian Michael Bendis por escrever histórias meramente comerciais e que não devem ser lembradas como obras de arte mas como pequenos produtos de entretenimento mas ele tem um certo dom ao escrever essas histórias. Não, não é nenhum Alan Moore nem nenhum Neil Gaiman mas consegue fazer obras que entretêm o leitor e que têm alguns combates ou momentos de diálogo épicos. Já Matt Fraction, se consegue escrever boas sagas da Marvel, não o demonstrou neste livro e provou que maxissagas anuais não funcionam tão bem assim.
Mesmo assim, temos uns desenhos bastante bons de Stuart Immonen que realmente tem uns traços distintivos e que acho que são muito bons, sendo um dos meus artistas de banda desenhada preferidos dos últimos cinco anos.
E assim acabo esta análise de uma obra mal construída e que, quando comparada a outras faz ser um pouco pior. Mesmo assim, seja pelos desenhos fantásticos, seja por não se ter mais nada para fazer durante um fim de tarde num fim de semana, esta obra deve ser lida.
domingo, 19 de abril de 2015
Star Wars Anaheim Celebration Dias 3 e 4
Infelizmente, ontem não tive oportunidade de escrever sobre o terceiro dia da Star Wars Celebration Anaheim e portanto vou escrever agora sobre ele. Ontem tivemos um excelente painel dedicado a Star Wars Rebels com o elenco e criadores da série como os excelentes dobradores Steve Blum ou Dee Bradley Baker. Ainda revelaram o trailer da segunda temporada da série vimos pequenos momentos de um combate entre Kanan e Darth Vader, um dos pontos mais altos do dia. Ainda vimos alguns detalhes com os autores das atuais séries de banda desenhada publicadas pela Marvel e tivemos espetaculares momentos com Ray Park, o ator que fez de Darth Maul n'A Ameaça Fantasma ou Billy Dee Williams, o conhecido Lando e uma das grandes personagens de toda a saga.
Hoje ainda não temos grandes detalhes mas tivemos uma leitura interpretada de Star Wars em espírito Shakespeariano e ainda teremos algumas entrevistas. Amanhã ainda farei um post a dar as minhas opiniões sobre todo o evento mas até agora, está a ser um evento fantástico.
Hoje ainda não temos grandes detalhes mas tivemos uma leitura interpretada de Star Wars em espírito Shakespeariano e ainda teremos algumas entrevistas. Amanhã ainda farei um post a dar as minhas opiniões sobre todo o evento mas até agora, está a ser um evento fantástico.
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