Um dos animes desta nova temporada que começou na semana passada que mais me captou a atenção foi Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou Ka que, numa tradução literal significa Será que é errado engatar uma miúda numa Dungeon.
E sim, o título parece pertencer a uma série extremamente estúpida. E pelo primeiro episódio, estão totalmente certos.
A série leva-nos a um mundo parecido com um clássico rpg. Não tanto os de tabuleiro mas mais os videojogos. Temos personagens que podem subir de nível, umas espécies de guildas denominadas famílias e as dungeons (que não traduzi no título por ser vocabulário específico deste género de jogos). Mas tudo isto sem a indicação de que são jogadores submersos neste mundo. E a nossa personagem principal, Bell, de certeza que nunca jogou nenhum rpg pois não é um bom "jogador". A sua família é composta por ele e pela sua amiga deusa, Hestia e acaba por fugir de todos os monstros que encontra. Só que, certo dia, quando Bell fugia de um monstro, é salvo por uma guerreira e este decide fazer tudo para falar com ela e descobrir o seu nome.
E nisto temos um episódio piloto bastante bom, Boas piadas com algum fan-service, algumas personagens interessantes e até conseguimos simpatizar com as duas personagens principais. Os visuais são bons e acabei por ter uma boa surpresa ao ouvir Matsuoka Yoshitsugu, um dos meus dobradores de anime favoritos a fazer a voz de Bell. Recomendo-vos que vejam o primeiro episódio e não esperem nada de sério ou complexo mas antes algo para dar umas quantas gargalhadas e passar uns bons vinte minutos.
Uns dias depois de um novo episódio sair irei fazer-lhe uma pequena análise portanto esperem novos posts sobre esta série.
terça-feira, 7 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Review - Inception (A Origem)
Há inúmeras coisas que podem tornar um filme marcante para o seu género ou para a sua época. Por vezes é a quantidade de atores excelentes que interpretam grandes papeis no filme; noutras, é o enredo que por ser focado no entretenimento mas sempre com uma complexidade fantástica. E por vezes, muito raramente, estreia um filme que faz tudo isto de maneira genial recebendo cinco estrelas em quase todas as críticas e análises. E o filme de hoje é esse mesmo. Apresento-vos, caros leitores, A Origem ou o título original e bem melhor, Inception.
Em primeiro lugar, a história é muito boa. Dom Cobb (Leonardo DiCaprio) é o melhor ladrão de memórias do mundo, sendo que consegue entrar em sonhos de pessoas e roubar as mais profundas memórias do seu subconsciente sem mesmo ser notado. Infelizmente, numa missão com o seu colega Arthur (Joseph Gordon-Levitt), são apanhados pelo Senhor Saito (Ken Watanabe) que acaba por lhes propor um trabalho: fazer uma inserção ou Inception num futuro dono de uma empresa rival da de Saito, para que este decida deixar esta e formar uma nova deixando Saito com total supermacia na sua área. Cobb aceita e reúne uma equipa de grandes roubadores de memórias para fazer o seu grande ato.
Segundo ponto: os atores. O filme tem um dos melhores elencos dos últimos anos contando atores de vários países para além dos Estados Unidos e do Reino Unido, um aspeto algo refrescante no cinema comercial de hoje. Para além de um Leonardo DiCaprio num dos seus maiores papéis dos últimos anos, explorando visualmente e por meio do diálogo a mente profunda de Cobb. É apoiado por Joseph Gordon-Levitt num papel em que tem não só uma expressividade incrível como também umas quantas cenas de ação geniais. Ellen Page, uma das minhas atrizes preferidas de sempre com mais um papel excelente. Outros desempenhos secundários muito bons temos Marion Cotillard, fria e revoltada com uma humanidade que já não aparecia numa tela desde Shawshank e Tom Hardy num papel que serve não só como músculo do grupo mas também como uma personagem cómica para não exagerar no enredo dramático e pesado que o filme apresenta.
Terceiro ponto: realização, efeitos visuais e música. Christopher Nolan, realizador da mais recente trilogia de Batman, O Terceiro Paço, Memento ou Interstellar, apresenta esta genial obra cinematográfica usando grandes ângulos de imagem e usando o diálogo e cenas silenciosas para mostrar o que está a acontecer. Inúmeras vezes, há várias coisas a acontecer pelo ecrã e Nolan esforça-se ao máximo para explicar tudo de maneira subtil. O contraste rápido das cenas entre os diferentes graus de sonho, numa parte mais avançada do filme, é feito magistralmente. E tudo isto se deve aos excelentes efeitos visuais com lutas em gravidade zero, alterações físicas feitas nos sonhos e a cenas de ação que bem podiam sair da mente de Michael Bay num dia em que este estivesse cansado. A música de Hans Zimmer é muito usado por Nolan, nos tão referidos momentos de silêncio e por várias vezes a banda sonora faz com que o espectador fique preso à tela e preparado para as cenas seguintes.
À primeira vista Inception é o típico filme de ficção científica que a década anterior tinha habituado os espectadores. Um filme semi-sério, com um elenco bastante bom e grandes cenas de ação com efeitos visuais epetaculares. Mas cale-se quem quer que ache que Inception é apenas isso. Realmente todos estes aspetos estão presentes mas há tanta mais coisa para além disto. Mas analisemos por ponto.
Em primeiro lugar, a história é muito boa. Dom Cobb (Leonardo DiCaprio) é o melhor ladrão de memórias do mundo, sendo que consegue entrar em sonhos de pessoas e roubar as mais profundas memórias do seu subconsciente sem mesmo ser notado. Infelizmente, numa missão com o seu colega Arthur (Joseph Gordon-Levitt), são apanhados pelo Senhor Saito (Ken Watanabe) que acaba por lhes propor um trabalho: fazer uma inserção ou Inception num futuro dono de uma empresa rival da de Saito, para que este decida deixar esta e formar uma nova deixando Saito com total supermacia na sua área. Cobb aceita e reúne uma equipa de grandes roubadores de memórias para fazer o seu grande ato.
A história parece normal até se perceber que Cobb está num estado de espírito horrível devido às constantes aparições em sonhos por parte da sua mulher morta (Marion Cotillard). Uma das participantes na missão, Ariadne (Ellen Page) tenta compreender Cobb e fazer com que este esqueça a sua mulher mas a jornada parece mais difícil.
Na minha opinião o enredo é muito bom e as cenas nos sonhos do assaltado têm uma complexidade na sua explicação e execução muito boa.
Terceiro ponto: realização, efeitos visuais e música. Christopher Nolan, realizador da mais recente trilogia de Batman, O Terceiro Paço, Memento ou Interstellar, apresenta esta genial obra cinematográfica usando grandes ângulos de imagem e usando o diálogo e cenas silenciosas para mostrar o que está a acontecer. Inúmeras vezes, há várias coisas a acontecer pelo ecrã e Nolan esforça-se ao máximo para explicar tudo de maneira subtil. O contraste rápido das cenas entre os diferentes graus de sonho, numa parte mais avançada do filme, é feito magistralmente. E tudo isto se deve aos excelentes efeitos visuais com lutas em gravidade zero, alterações físicas feitas nos sonhos e a cenas de ação que bem podiam sair da mente de Michael Bay num dia em que este estivesse cansado. A música de Hans Zimmer é muito usado por Nolan, nos tão referidos momentos de silêncio e por várias vezes a banda sonora faz com que o espectador fique preso à tela e preparado para as cenas seguintes.
Concluindo, este filme é, do meu ponto de vista, dos melhores filmes de ficção científica dos últimos anos e um dos meus filmes preferidos de sempre. Pode não ter revolucionado tanto como Matrix ou Star Wars, pode não ter marcado gerações como Silêncio dos Inocentes ou Beleza Americana mas é um filme muito bem feito. E não, não vou dizer que não tem falhas mas vou admitir que estas podem ser ultrapassadas por todas as coisas que mencionei antes.
segunda-feira, 30 de março de 2015
Notícias - Steins;Gate 0 - A Sequela de Steins;Gate
Quem já segue o blog há algum tempo, já reparou de certeza que adoro Steins;Gate. O anime (nunca joguei a visual novel) é uma das minhas obras preferidas pois tem uma história complexa, personagens fantásticas, arte e banda sonora de ponta e um equilíbrio entre drama e comédia como poucas conseguem criar. E depois do jogo e da conhecida adaptação para anime, seguiu-se um especial, um filme e uma série de pequenos episódios cómicos e nenhum deles conseguiu transmitir aquilo que a série que tanto adoro conseguiu. Mas ontem, para surpresa minha e de milhares e milhares de fãs por todo o mundo foi anunciado Steins;Gate 0, uma verdadeira sequela a ser lançada não só em forma de visual novel mas também em anime. É uma grande surpresa e uma das melhores notícias do ano até agora. Foi revelado um teaser trailer com as mesmas personagens do anime anterior com novas roupas e com o estilo visual do jogo, sem nenhum aspeto distintivo. Vou deixá-lo em baixo.
quarta-feira, 25 de março de 2015
Review - Golden Boy
Vi ao longo do dia de hoje uma das mais lembradas minisséries de anime de sempre, o famoso clássico de culto, Golden Boy.
Nos anoso 90, década em que o anime tinha cada vez mais espaço no ocidente, muitos fãs europeus e americanos começaram a questionar-se: onde estavam as séries de comédia de anime no meio de filmes infantis encantadores e de gigantes séries de ficção científica. Uma das grandes respostas foi Golden Boy, a adaptação de uma manga de Egawo Tatsuya, produzido em forma de OVA (Original Video Animation (estilo de produção de anime no qual os episódios são lançados em lojas especializadas em formato físico, episódio por episódio, sem estrearem num canal de televisão antes)) e que revolucionou a comédia na animação japonesa.
A personagem central é Oe Kintaro, um jovem de 25 anos que ganha a vida a fazer trabalhos durante um mês, dizendo que quer aprender sobre a vida e não sobre uma área específica. Com o seu aspeto (boné, rabo de cavalo, com mochila às costas e com uma velha bicicleta), Kintaro podia ser qualquer rapaz japonês estereotipado dos anos 90. Distingue-se pela sua bondade para com qualquer pessoa, apesar de nunca negar a sua perversidade.
Os episódios seguem a mesma estrutura. Kintaro, conhece uma rapariga no seu novo trabalho, tenta conquistá-la e acaba por correr sempre mal, tudo isto sendo-nos apresentado numa bola de neve de comédia e de personagens bem construídas. Há piadas repetidas (uma delas aparece em quatro dos seis episódios) mas a diferença de cada trabalho e das paixões do protagonista fazem com que a série tenha sempre muita diferença.
Um ponto que pode ser desolador para muita gente é o exagero em piadas perversas e humor físico. Tenho de admitir que sim, é um humor estendido demais para a sua capacidade mas consegue sempre fazer o espectador dar umas grandes risadas. Mesmo para quem nem é grande fã de humor em anime. Até hoje, nunca me tinha rido como me ri ao ver o primeiro episódio da série. Já agora, aproveito para dizer que o episódio piloto de Golden Boy é excelente e é facilmente um dos melhores episódios de anime que vi e o meu preferido de toda a série.
Acho que já perceberam o quanto eu me diverti com esta série. Grandes risadas, sorrisos espontâneos face às atitudes das personagens e até alguma compaixão por estas foram todas causadas por esta maravilha de menos de três horas. Fica a recomendação desta excelente obra de comédia de há duas décadas atrás!
Nos anoso 90, década em que o anime tinha cada vez mais espaço no ocidente, muitos fãs europeus e americanos começaram a questionar-se: onde estavam as séries de comédia de anime no meio de filmes infantis encantadores e de gigantes séries de ficção científica. Uma das grandes respostas foi Golden Boy, a adaptação de uma manga de Egawo Tatsuya, produzido em forma de OVA (Original Video Animation (estilo de produção de anime no qual os episódios são lançados em lojas especializadas em formato físico, episódio por episódio, sem estrearem num canal de televisão antes)) e que revolucionou a comédia na animação japonesa.
A personagem central é Oe Kintaro, um jovem de 25 anos que ganha a vida a fazer trabalhos durante um mês, dizendo que quer aprender sobre a vida e não sobre uma área específica. Com o seu aspeto (boné, rabo de cavalo, com mochila às costas e com uma velha bicicleta), Kintaro podia ser qualquer rapaz japonês estereotipado dos anos 90. Distingue-se pela sua bondade para com qualquer pessoa, apesar de nunca negar a sua perversidade.
Os episódios seguem a mesma estrutura. Kintaro, conhece uma rapariga no seu novo trabalho, tenta conquistá-la e acaba por correr sempre mal, tudo isto sendo-nos apresentado numa bola de neve de comédia e de personagens bem construídas. Há piadas repetidas (uma delas aparece em quatro dos seis episódios) mas a diferença de cada trabalho e das paixões do protagonista fazem com que a série tenha sempre muita diferença.
Um ponto que pode ser desolador para muita gente é o exagero em piadas perversas e humor físico. Tenho de admitir que sim, é um humor estendido demais para a sua capacidade mas consegue sempre fazer o espectador dar umas grandes risadas. Mesmo para quem nem é grande fã de humor em anime. Até hoje, nunca me tinha rido como me ri ao ver o primeiro episódio da série. Já agora, aproveito para dizer que o episódio piloto de Golden Boy é excelente e é facilmente um dos melhores episódios de anime que vi e o meu preferido de toda a série.
Acho que já perceberam o quanto eu me diverti com esta série. Grandes risadas, sorrisos espontâneos face às atitudes das personagens e até alguma compaixão por estas foram todas causadas por esta maravilha de menos de três horas. Fica a recomendação desta excelente obra de comédia de há duas décadas atrás!
terça-feira, 24 de março de 2015
Review - LittleBigPlanet 3
O post de hoje é algo novo no blog, e algo que andei a refletir sobre se o o ia ou não fazer. Acabei por me decidir e sim, vou fazer a análise de um jogo mas penso que não sou a pessoa qualificada para realmente decidir se um jogo é bom ou mau e isto será uma compilação de dferentes aspetos (bons e maus) que encontrei em LittleBigPlanet3, na versão de PS3.
Em 2008, enquanto a Playstation 3 ainda cambaleava na luta pela supermacia das vendas contra a Xbox 360 e a Wii, a PS3 tinha de se agarrar a "ideias". Foi assim que nasceram grandes exclusivos como Uncharted, Heavenly Sword e LittleBigPlanet. Este último representava tudo o que a PS3 queria mostrar. Não precisava da tecnologia de um PC nem de comandos revolucionários. Precisava apenas de jogos que fossem tão significativos para a indústria e que criassem comunidades gigantes. LBP apresentava o poder da imaginação aplicado a níveis de plataformas desafiantes com quebra-cabeças que faziam os jogos puzzle em 3D roerem-se de inveja e de um motor de criação de níveis por parte de qualquer jogador que levou à intensificação do uso da PSN. Este jogo, por muito que pareça menor que God of War e Uncharted para a consola da Sony, fez mais do que os dois juntos.

Mas e a versão de PS3 deste jogo? É boa ou também é desapontante? Na minha opinião é fenomenal. Tem tudo o que os dois primeiros jogos tinham mas acrescenta níveis com design superior e apresenta três novas personagens jogáveis com estilos completamente diferentes do protagonista. Por vezes é preciso mudar de tamanho e resolver quebra-cabeças engenhosos, noutras é preciso habilidade ao correr ou ao voar... Este jogo é incrível. E a comunidade é excelente! Há níveis com muito trabalho na criação e que conseguem ser tão divertidos quanto os níveis da história. A banda sonora e o grafismo estão também excelentes e as vozes em português, apesar de já não incluir o comediante Nuno Markl como narrador da aventura, continuam a ser extraordinárias. A história, apesar de infantil para jogadores mais velhos continua a ser divertida e simples o suficiente para o jogador se focar nas partes jogáveis da jornada.
Apenas me queixo de pequenos erros técnicos como as personagens repetirem as falas desde o início do nível, mesmo que já estejamos em checkpoints avançados. O online podia ter melhores servidores mas para um jogo que teve uma conceção apressada não estão maus de todo. Há também uma inutilidade das habilidades de cada personagem e de itens apanhados pelo jogador ao longo do jogo, tirando as áreas em que são aprendidos esses atributos e no (espetacular) nível final.
Eu adorei o jogo e tenho pena que na nova geração seja uma desilusão mas é sempre uma experiência genial e, na minha opinião, um dos melhores exclusivos da PS3.
Em 2008, enquanto a Playstation 3 ainda cambaleava na luta pela supermacia das vendas contra a Xbox 360 e a Wii, a PS3 tinha de se agarrar a "ideias". Foi assim que nasceram grandes exclusivos como Uncharted, Heavenly Sword e LittleBigPlanet. Este último representava tudo o que a PS3 queria mostrar. Não precisava da tecnologia de um PC nem de comandos revolucionários. Precisava apenas de jogos que fossem tão significativos para a indústria e que criassem comunidades gigantes. LBP apresentava o poder da imaginação aplicado a níveis de plataformas desafiantes com quebra-cabeças que faziam os jogos puzzle em 3D roerem-se de inveja e de um motor de criação de níveis por parte de qualquer jogador que levou à intensificação do uso da PSN. Este jogo, por muito que pareça menor que God of War e Uncharted para a consola da Sony, fez mais do que os dois juntos.
E depois de uma versão de PSP, de uma sequela com novas mecânicas excelentes, de um jogo de corridas de kart e de uma presença num jogo de luta, Sackboy, a personagem desta séria de jogos, voltou no ano passado para um originalmente-exclusivo da PS4, o terceiro jogo da saga principal. E devido a problemas no seu desenvolvimento, o jogo foi também concebido para a PS3, levando a duas versões do mesmo jogo em duas gerações de consolas. O problema: o preço. LBP 3 saiu com o preço a rondar os 40 euros em Portugal nas duas versões. Normalmente, um jogo da geração passada saído em 2013 teria este preço, especialmente se tivesse uma versão superior no mercado. Mas um jogo de PS4, melhor, um jogo que começou a ser desenvolvido para a PS4 a sair a 40 euros significa que não está bom. E não está. Pelo que vi a versão de PS4 é exatamente igual à de PS3, o que consegue desapontar muita gente, visto que esta seria a versão definitiva do jogo.
Apenas me queixo de pequenos erros técnicos como as personagens repetirem as falas desde o início do nível, mesmo que já estejamos em checkpoints avançados. O online podia ter melhores servidores mas para um jogo que teve uma conceção apressada não estão maus de todo. Há também uma inutilidade das habilidades de cada personagem e de itens apanhados pelo jogador ao longo do jogo, tirando as áreas em que são aprendidos esses atributos e no (espetacular) nível final.
Eu adorei o jogo e tenho pena que na nova geração seja uma desilusão mas é sempre uma experiência genial e, na minha opinião, um dos melhores exclusivos da PS3.
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