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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Review - O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

Faz hoje um ano que comecei a fazer uma das rubricas de maior sucesso e com um maior número de posts (mais de 60). Para isso, trago a análise ao filme mais recente que vi no cinema e a conclusão de uma das maiores trilogias dos últimos cinco anos, O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos.

Depois do sucesso da adaptação de O Senhor dos Anéis para o cinema, com grande receção positiva da crítica e do público, Peter Jackson decidiu voltar à Terra Média de Tolkien ao adaptar uma outra obra, O Hobbit. E para o desespero de muitos fãs do livro, decidiu fazer o filme em duas partes. E para agravar o desespero alterou o número de filmes para a trilogia, para ver se conseguia atingir o sucesso que O Senhor dos Anéis tinha tido. Infelizmente, o homem que adaptou três grandes livros (em tamanho e em qualidade) para três grandes filmes (sob os parâmetros anteriores, igualmente) adaptou também o pequeno livro e mesmo infantil O Hobbit para três filmes com versões longas de três horas. 

É claro que teve de ser inventado grande parte do filme com aparições de personagens inventadas ou da trilogia anterior de Jackson. E apesar de os dois primeiros filmes terem sido adaptações horríveis, este terceiro e último elemento da saga leva a escala de más adaptações para um nível completamente diferente.

Continuamos com a história paralela de Necromancer a ascender para se tornar no grande Sauron e a lutar contra Gandalf. O problema é que neste filme junta-se ao feiticeiro cinzento Galdriel (continuando mais uma vez com um romance entre os dois que devia ser completamente apagado por ir contra o que os livros de Tolkien nos passaram), Elrond, Saruman e Radagast.

E são estes pequenos acrescentos que fazem do filme pior do que é. Por exemplo, na batalha final, Jackson e a sua equipa chegam mesmo a mudar um dos cinco exércitos. Em vez de porem os Wargs distinguem os orcs pelos sítios de onde vêm, dividindo os exércitos. Isto para não mencionar o facto de Beorn, uma personagem extremamente importante no livro mal aparecer na altura devida e vir em auxílio na batalha final aparecendo por uns dois segundos. E também o facto de existirem vermes gigantes...
Também tenho de dizer que não gostei nada dos primeiros dez minutos do filme. Antes ainda de aparecer o subtítulo do filme, o dragão que, no final do segundo filme, foi dado como uma grande ameaça é derrotado ao primeiro tiro. Inadmissível!

Outro problema horrível foram as águias no final para salvarem os povos do bem. Já não bastava as pessoas não gostarem desse aspeto no Senhor dos Anéis, ainda tiveram de o colocar n'O Hobbit!

Há também que destacar a tristeza que é o diálogo entre Legolas e Thranduil sobre Aragorn.

Das poucas coisas boas que o filme tem destaco as batalhas que realmente estão bem feitas. Nota-se um avanço relativamente às do segundo filme que pareciam muito coreografadas. O único confronto de que não gostei foi o de Legolas contra um duende e do facto do elfo contornar as leis da física. Vou admitir que também não gostei do facto de nos confrontos dos elfos, Tauriel e Legolas parecerem dois lutadores de luta livre mexicana.

Há também de destacar as soberbas interpretações das personagens como Ian McKellen no papel de Gandalf pela sexta vez, Hugo Weaving no papel de Elrond pela quinta vez, Benedict Cumberbatch como Necromancer e Smaug e claro, Martin Freeman, um ator espetacular de séries como Sherlock (com Cumberbatch) e The Office. Não gostei muito de Orlando Bloom como Legolas. Pareceu muito distante e prefiro-o em O Senhor dos Anéis.

Mesmo assim não achei tão mau quanto a segunda parte e é um bom filme para se ver se não se tiver lido a obra.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Aniversário de Stan Lee

Faz hoje anos um dos grandes criadores no universo da banda desenhada, Stan Lee. Mundialmente conhecido pela criação de inúmeras personagens do Universo Marvel como Homem-Aranha, X-Men, Hulk, Vingadores, O Quarteto Fantástico, Surfista Prateado, Demolidor ou Thor tem hoje o seu 92º aniversário celebrado.

Review - Sword Art Online II


Um dos animes que mais esperava em 2014 era Sword Art Online II. Apesar de uma primeira série muito criticada, eu tinha gostado e estava pronto para mais aventuras destas personagens em novos mundos.

Esta segunda temporada apresenta-nos três arcos. O primeiro, Phantom Bullet foi o mais longo e também o mais publicitado, já que era o mais importante de toda a segunda série. nele, Kirito é contratado para ir ao jogo Gun Gale Online e encontrar Death Gun, um jogador que matava outros na vida real ao matar o avatar deles. Eu adorei este arco em especial pela personagem coadjuvante de Kirito, Sinon e pelas batalhas ao estilo de jogos first-person shooter como Call of Duty ou Halo.
O segundo arco é Excalibur e muda todo o estilo. A série leva os espectadores a ALO, uma das terras da primeira temporada e o principal foco da história é uma pequena demanda de Kirito e dos seus amigos. Achei que foi realmente o pior arco da segunda série já que havia um diferença gigantesca entre o arco anterior e este e não contribuía muito para a história geral.
O terceiro passa-se também em ALO e a personagem principal é Asuna, que se junta a uma guilda com poucos membros para derrotar um boss no jogo. Asuna acaba por perceber que estes seus novos companheiros são pacientes num hospital e estão em estado terminal. O arco tem muito drama e acabei por gostar bastante.
Num panorama geral eu adorei a segunda temporada e acho que é tão boa quanto a primeira, apesar da crítica considerar esta pior. Aconselho vivamente.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

ECE 12 Dias de Natal Episódio 12 - A Charlie Brown Christmas

Hoje acaba este especial de Natal que tem vindo a ter lugar no blog nos passados dias.
Para ser especial, a animação de hoje é a rainha de todas as animações de Natal. Já foi parodiado em tudo e tem uma mensagem que muitos outros desenhos animados do género cobiçam ter, mas que é praticamente impossível. Estou a falar de A Charlie Brown Christmas dos tão famosos Peanuts. A animação é apenas um conto sobre o espírito infantil e contra o consumismo, com todos os clichés das personagens como a excentricidade de Snoopy ou a fixação de Linus pelo seu cobertor.
Uma animação a não perder!

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

ECE 12 Dias de Natal Episódio 11 - How the Grinch Stole Christmas

Considerada uma das mais importantes animações natalícias de todos os tempos, How the Grinch Stole Christmas continua a ser um clássico.
Com apenas vinte e cinco minutos, canções excelentes, boas letras e comédia física muito engraçada, este especial é obrigatório para todos os fãs de uma animação de Natal. Sinceramente, é a simplicidade que faz desta pequena obra, algo verdadeiramente mágico.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Review - Freaks and Geeks

Trago a review de uma das minhas séries preferidas de todos os tempos e uma pérola obrigatória.

Essa série é o drama adolescente Freaks and Geeks, conhecida por apenas ter durado uma temporada de 18 episódios. Estreou em 1999, criada por Judd Apatow e Paul Feig e introduziu atores tão famosos como James Franco, Jason Segel ou Seth Rogen.

A série divide a ação em duas partes, ambas passadas em 1980: uma passa-se com Lindsay Weir (Linda Cardellini) e os seus amigos denominados Freaks: Daniel (James Franco), Kim (Busy Philips), Nick (Jason Segel) e Ken (Seth Rogen) e a outra com o irmão de Lindsay, Sam (John Francis Daley) e os seus amigos denominados geeks: Niel (Samm Levine) e Bill (Martin Starr).

Os episódios refletem o dia-a-dia de cada uma destas personagens numa escola secundária, com todos os elementos de um drama adolescente como a crise existencialista dos finalistas ou a tentativa de ser aceitado socialmente. O principal foco da série são as personagens. Temos raparigas com problemas sociais em casa, rapazes que sonham tornar-se bateristas apesar de nem estudarem música e pessoas que tentam impressionar raparigas. Sinceramente eu adoro todos os episódios e penso que toda a gente devia ver a série.

Em relação ao cancelamento, não estou assim tão furioso. A série tem um final. Apenas pedia mais um episódio só para resolver um ou dois aspetos do último episódio mas acho que não devia ter mais temporadas.

A série é maravilhosa e não há muitos dramas que me cativem tanto quanto esta pequena série.