Acabei hoje Cowboy Bebop, série que já andava a ver há algum tempo (já explico). Esta é talvez a mas importante série para o anime de sempre, já que popularizou o género e detém o título de um dos maiores marcos do género desde 1998.
A história desenrola-se há volta de Spike Spiegel, um caçador de prémios ao estilo de Han Solo, a viajar por um sistema solar no qual a Terra foi há muito esquecida e os humanos vivem em Saturno e em Marte. O nosso anti-herói anda com o seu grupo de caçadores de prémios composto por: Jet, o piloto da nave e amigo de longa data de Spike; Faye, a caçadora falida que se juntou a eles pelo dinheiro; e Ed, o hacker infantil. Ao longo da série a tripulação vai viajando à procura de criminosos por todo o sistema e aí chegamos ao verdadeiro ponto forte da série: a sua mistura de estilos. Muitos considerarão Cowboy Bebop apenas mais um anime mas quem realmente viu sabe que o anime é mais do que isso devido à sua fusão de temas [eu caracterizaria a série como uma ficçao científica com elementos western e bastante influenciado por filmes noir e de artes marciais de Hong Kong, tendo sempre presente a música numa fusão do rock dos anos 60 e 70 (Rolling Stones ou Queen) com samba e pop leve] e ao aspeto filosófico abordando o existencialismo e o tema da morte.
Há também de destacar os efeitos visuais que mesmo mais de 15 anos depois continuam excelentes e a música como referido em cima.
Na minha opinião, o anime é excelente mas não consigo gostar tanto dele quanto queria. Apesar dos elementos filosóficos e fusão de estilos (fatores que aprecio bastante em animes como no excelente Evangelion) o anime tem um ritmo muito lento e essa foi a principal razão para ter demorado tanto tempo a acabar de ver a série. E embora tenha uma história principal, cada episódio é uma pequena história, outro aspeto que me desagradou. Quero também destacar o final que é dos melhores episódios (apesar de Jazz de Júpiter ser o meu preferido) e dos melhores últimos episódios que vi (qualquer dia faço um top).
É realmente muito bom e aconselho apesar de não ter gostado assim tanto por certas razões. Mesmo assim, é a série mais obrigatória do género e uma excelente obra de entretenimento.
Cowboy Bebop - 7/10.
sábado, 15 de novembro de 2014
sábado, 8 de novembro de 2014
Nostalgia Nick - Jimmy Neutron
Infelizmente estive doente esta semana e não houve atualizações no blog mas já melhorei e vai tudo voltar à normalidade. Peço também desculpa pela falta de Nostalgia Nick na semana passada.
Hoje, uma outra série que adorava, Jimmy Neutron. Esta série é, na verdade, um spin-off de um filme de 2001 e que durou três temporadas entre 2002 e 2006.
A história baseava-se nas dificuldades de um rapaz génio no dia-a-dia com os seus amigos nerds, a sua grande paixoneta ou a sua família com quem pouco se identifica. vendo bem, era uma Teoria do Big Bang para crianças. Mas ao bom estilo da década passada, ele e os seus amigos viajaram até Marte, participaram em jogos intergaláticos ou participaram numa adaptação de Hamlet com ficção científica. Realmente os episódios eram cativantes e extremamente memoráveis, parodiando imensas séries, livros ou filmes.
E todas estas histórias contavam com a presença de dobradores centrais de séries como Tartarugas Ninja ou Spongebob Squarepants. E para além da série, dos flmes e de diversos videojogos (para além do estatuto da série como uma das melhores da Nickelodeon desde 2000), Jimmy Neutron deu origem a Planeta Sheen, uma série muito má que contava com uma das personagens da série no papel principal e a três filmes crossovers com Os Padrinhos Mágicos.
Passados tantos anos, continuo a guardar recordações fantásticas de vários episódios e a adorar inúmeros momentos com estas personagens tão engraçadas. Uma espetacular série de comédia para os mais novos.
Hoje, uma outra série que adorava, Jimmy Neutron. Esta série é, na verdade, um spin-off de um filme de 2001 e que durou três temporadas entre 2002 e 2006.
A história baseava-se nas dificuldades de um rapaz génio no dia-a-dia com os seus amigos nerds, a sua grande paixoneta ou a sua família com quem pouco se identifica. vendo bem, era uma Teoria do Big Bang para crianças. Mas ao bom estilo da década passada, ele e os seus amigos viajaram até Marte, participaram em jogos intergaláticos ou participaram numa adaptação de Hamlet com ficção científica. Realmente os episódios eram cativantes e extremamente memoráveis, parodiando imensas séries, livros ou filmes.
Passados tantos anos, continuo a guardar recordações fantásticas de vários episódios e a adorar inúmeros momentos com estas personagens tão engraçadas. Uma espetacular série de comédia para os mais novos.
domingo, 2 de novembro de 2014
Novidades sobre Battlefront II e Filme de SpongeBob
Ao longo destes últimos dias duas coisas conseguiram chamar-me à atenção.
A primeira delas é sobre um jogo que espero desde o seu anúncio na E3 de 2013, Star Wars Battlefront, o remake de uma série de jogos lançados na década passada. Eu sou um grande fã de Star Wars Battlefront II e é provavelmente um dos meus jogos preferidos de sempre. Do jogo novo, temos muito poucas informações: o teaser, o trailer da E3 deste ano e agora recebemos a informação de que o jogo será lançado no final de 2015. Fico à espera.
A outra novidade foi o segundo trailer do próximo filme de SpongeBob Squarepants, que sairá em fevereiro do próximo ano e que parece espetacular. Vou deixar o trailer em baixo.
A primeira delas é sobre um jogo que espero desde o seu anúncio na E3 de 2013, Star Wars Battlefront, o remake de uma série de jogos lançados na década passada. Eu sou um grande fã de Star Wars Battlefront II e é provavelmente um dos meus jogos preferidos de sempre. Do jogo novo, temos muito poucas informações: o teaser, o trailer da E3 deste ano e agora recebemos a informação de que o jogo será lançado no final de 2015. Fico à espera.
A outra novidade foi o segundo trailer do próximo filme de SpongeBob Squarepants, que sairá em fevereiro do próximo ano e que parece espetacular. Vou deixar o trailer em baixo.
sábado, 1 de novembro de 2014
ECE - HIMYM Temporada 7 Episódio 14
Hoje trago mais um ECE, uma rubrica que infelizmente tem sido negligenciada no blog. Hoje, 46 Minutes da série How I Met Your Mother (Foi Assim que Aconteceu).
Sou um fã de HIMYM há algum tempo e sempre admiti algo que muitos outros fãs não: a série sofre um enorme decréscimo de qualidade. Na minha opinião a primeira e a segunda temporadas são obras primas, a terceira é muito boa, a quarta é um pouco pior, a quinta é também boa, da sexta à oitava, a qualidade é apenas razoável e na nona, a série retoma um grau muito bom. Mas houve um episódio que sempre me marcou, um episódio que vi apenas uma vez e que me fez perceber quão boa a série era. E, por estranho que pareça, não era das primeiras e tão amadas por mim temporadas mas sim o 14º episódio da sétima série. O episódio resume-se a uma simples frase: Lily e Marshall vão viver para uma casa nova e têm problemas com Mickey, o pai de Lily, enquanto que os outros três elementos do grupo começam a sentir falta dos amigos. Simples? Sim. Mas o episódio está repleto de momentos memoráveis como a paródia "We Built Chip Cities" a "We Built This City" da banda Starship, intrepretada por Ted ou a aventura de Marshall na casa nova ao estilo de "Atividade Paranormal".
Sinceramente, um episódio excelente, tanto na primeira vez em que o vi, quanto agora. Uma "hidden gem" da não-tão-boa sétima temporada da série.
Sou um fã de HIMYM há algum tempo e sempre admiti algo que muitos outros fãs não: a série sofre um enorme decréscimo de qualidade. Na minha opinião a primeira e a segunda temporadas são obras primas, a terceira é muito boa, a quarta é um pouco pior, a quinta é também boa, da sexta à oitava, a qualidade é apenas razoável e na nona, a série retoma um grau muito bom. Mas houve um episódio que sempre me marcou, um episódio que vi apenas uma vez e que me fez perceber quão boa a série era. E, por estranho que pareça, não era das primeiras e tão amadas por mim temporadas mas sim o 14º episódio da sétima série. O episódio resume-se a uma simples frase: Lily e Marshall vão viver para uma casa nova e têm problemas com Mickey, o pai de Lily, enquanto que os outros três elementos do grupo começam a sentir falta dos amigos. Simples? Sim. Mas o episódio está repleto de momentos memoráveis como a paródia "We Built Chip Cities" a "We Built This City" da banda Starship, intrepretada por Ted ou a aventura de Marshall na casa nova ao estilo de "Atividade Paranormal".
Sinceramente, um episódio excelente, tanto na primeira vez em que o vi, quanto agora. Uma "hidden gem" da não-tão-boa sétima temporada da série.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Marvel Cinematic Universe Fase 3
Durante esta semana que está agora a acabar foi revelado algo que ganhou toda a atenção do mundo na área do cinema: os filmes da Marvel Cinematic Universe Phase 3. Neste post, irei apontar os filmes que espero e darei principalmente a minha opinião pessoal acerca destes títulos. Quero também acrescentar que já estou fora do Universo Cinemático há algum tempo.
Capitain America: Civil War - Para começar esta fase, em maio de 2016, Chris Evans voltará aos seu papel de patriota numa história que irá adaptar uma das minhas maxissagas preferidas de sempre, Guerra Civil. Sinceramente, fico desapontado pois um dos postos-chave da banda desenhada era mostrar os diferentes pontos de vista e os lados opostos da guerra, algo que não irá funcionar se o filme se centrar no Capitão América.
Doctor Strange - Depois de ter sofrido rumores de que Keanu Reeves seria a estrela do filme, esta obra inspirada nesta nova personagem foi finalmente anunciada. Até agora, ainda não sabemos se o filme terá uma ligação direta com outros filmes como Avengers 3 ou com as séries de The Defenders já anunciadas para os próximos anos. Fico na expectativa.
Guardians of the Galaxy 2 - Os leitores do meu blog já devem saber que eu odiei o primeiro filme dos Guardiões da Galáxia e é de esperar que também não gosto deste. Mas dado o tema de Avengers 3 (ver em baixo), até que fico à espera de algo de bom a sair daqui. Infelizmente a realização volta a James Gunn.
Thor: Ragnarok - Apesar de ter saltado o segundo filme da personagem, estou ansioso por este filme pois sempre achei o tema do Ragnarok algo bastante interessante. Espero assim por algo bom, desde que não dêem demasiada importância a Loki (acho que o seu papel anda a ser cada vez maior no universo e já começa a chatear).
Black Panther - Para mim, este é o filme mais desnecessário de toda a linha. Pantera Negra não é uma personagem cheia de importância. Assim como Gavião Arqueiro ou Feiticeira Escarlate, a sua existência depende dos Vingadores e não se justifica um filme próprio. Um filme que penso deixar de lado.
Avengers: Infinity War Part 1 - Seguindo toda uma corrente de Harry Potter, Hunger Games ou Twilight, esta saga terá um filme em duas partes. E a mim parece-me ridículo que um universo que tem imensos filmes a conduzirem a este momento e a explorarem o terreno cósmico para uma maior expansão cinematográfica, tenha de ter dois filmes para conseguir ter uma história. Além disso, Joss Whedon ainda não foi escolhido para ser realizador ou argumentista e eu espero que seja ele a conciliar todo este universo. Nada de especial, pessoalmente.

Captain Marvel - Outro filme que não me agrada muito, principalmente por ser sobre uma personagem tão recente (o filme vai inspirar-se em Carol Denvers e não no guerreiro Kree original) mas que ainda é justificável por ser um elemento importante no universo cósmico. Espero só que não fique demasiado sexista, já que é a primeira vez que a Marvel lança um filme baseado totalmente numa personagem feminina.
Inhumans - Outro filme que apenas me parece um grande erro, já que é inspirado numa equipa desconhecida para o público geral e que misturado com o tema de Avengers 3, pode ser algo horrível. Parece-me um clone dos Guardiões da Galáxia (equipa cósmica desconhecida...).
Avengers: Infinity War Part 2 - Para encerrar esta Fase 3, temos a segunda parte de Avengers 3 que deverá ter um grande clímax e encontro de Inhumanos, Vingadores, Guardiões da Galáxia e tantas outras personagens contra Thanos (já não era sem tempo). Fico à espera que aconteça algo espetacular e peço que seja realizado por Joss Whedon.
E chegamos ao fim desta análise pouco detalhada deste próximo calendário e espero que a Marvel nem sequer tente fazer novas franquias num possível Fase 4. Despeço-me assim e peço-vos que me digam nos comentários que filmes é que estão ansiosos para ver desta Fase 3.
Doctor Strange - Depois de ter sofrido rumores de que Keanu Reeves seria a estrela do filme, esta obra inspirada nesta nova personagem foi finalmente anunciada. Até agora, ainda não sabemos se o filme terá uma ligação direta com outros filmes como Avengers 3 ou com as séries de The Defenders já anunciadas para os próximos anos. Fico na expectativa.
Guardians of the Galaxy 2 - Os leitores do meu blog já devem saber que eu odiei o primeiro filme dos Guardiões da Galáxia e é de esperar que também não gosto deste. Mas dado o tema de Avengers 3 (ver em baixo), até que fico à espera de algo de bom a sair daqui. Infelizmente a realização volta a James Gunn.
Thor: Ragnarok - Apesar de ter saltado o segundo filme da personagem, estou ansioso por este filme pois sempre achei o tema do Ragnarok algo bastante interessante. Espero assim por algo bom, desde que não dêem demasiada importância a Loki (acho que o seu papel anda a ser cada vez maior no universo e já começa a chatear).
Black Panther - Para mim, este é o filme mais desnecessário de toda a linha. Pantera Negra não é uma personagem cheia de importância. Assim como Gavião Arqueiro ou Feiticeira Escarlate, a sua existência depende dos Vingadores e não se justifica um filme próprio. Um filme que penso deixar de lado.
Avengers: Infinity War Part 1 - Seguindo toda uma corrente de Harry Potter, Hunger Games ou Twilight, esta saga terá um filme em duas partes. E a mim parece-me ridículo que um universo que tem imensos filmes a conduzirem a este momento e a explorarem o terreno cósmico para uma maior expansão cinematográfica, tenha de ter dois filmes para conseguir ter uma história. Além disso, Joss Whedon ainda não foi escolhido para ser realizador ou argumentista e eu espero que seja ele a conciliar todo este universo. Nada de especial, pessoalmente.
Captain Marvel - Outro filme que não me agrada muito, principalmente por ser sobre uma personagem tão recente (o filme vai inspirar-se em Carol Denvers e não no guerreiro Kree original) mas que ainda é justificável por ser um elemento importante no universo cósmico. Espero só que não fique demasiado sexista, já que é a primeira vez que a Marvel lança um filme baseado totalmente numa personagem feminina.
Inhumans - Outro filme que apenas me parece um grande erro, já que é inspirado numa equipa desconhecida para o público geral e que misturado com o tema de Avengers 3, pode ser algo horrível. Parece-me um clone dos Guardiões da Galáxia (equipa cósmica desconhecida...).
Avengers: Infinity War Part 2 - Para encerrar esta Fase 3, temos a segunda parte de Avengers 3 que deverá ter um grande clímax e encontro de Inhumanos, Vingadores, Guardiões da Galáxia e tantas outras personagens contra Thanos (já não era sem tempo). Fico à espera que aconteça algo espetacular e peço que seja realizado por Joss Whedon.
E chegamos ao fim desta análise pouco detalhada deste próximo calendário e espero que a Marvel nem sequer tente fazer novas franquias num possível Fase 4. Despeço-me assim e peço-vos que me digam nos comentários que filmes é que estão ansiosos para ver desta Fase 3.
domingo, 26 de outubro de 2014
As Minhas Leituras - Universo Marvel Vol. 8 - Thor - Renascido
Neste passado fim-de-semana, decidi ler este Thor - Ranscido, um livro da coleção atual de Marvel em Portugal da Levoir, que nos apresenta uma narrativa pós-Ragnarok de J. Michael Strackynski (criador de Babylon 5, escritor de The Amazing Spider-Man) e com os desenhos de Olivier Coipel (Dinastia de M).
No livro, Thor volta para a Terra como Donald Blake e tenta restabelecer Asgard em Oklahoma. Depois de isto, parte em busca de outros Asgardianos à volta do mundo, enquanto assume a sua identidade como Blake. Simples? Sim, mas todo o conceito torna esta b.d. algo de fantástico. Não é nenhuma obra obrigatória ou que tenha mudado todo o conceito dos comics americanos mas mostra-nos que uma boa história não precisa de ser isso. Pode ser uma simples aventura e uns dilemas morais consigo próprio.
A história tem apenas uns poucos problemas. Um deles é a pequena pseudo-poesia que acompanha a maioria das páginas que só torna a história mais maçadora e menos interessante. O outro é o de ser demasiado previsível e é o único caso no livro em que a simplicidade não funciona bem.
De resto, tudo é bom. Há excelentes momentos, como a viagem de Blake a África ou a luta contra o Homem de Ferro e a história como um todo é como ver uns quantos episódios de uma boa série de TV.
UM Vol. 8 - Thor - Renascido - 83/100.
No livro, Thor volta para a Terra como Donald Blake e tenta restabelecer Asgard em Oklahoma. Depois de isto, parte em busca de outros Asgardianos à volta do mundo, enquanto assume a sua identidade como Blake. Simples? Sim, mas todo o conceito torna esta b.d. algo de fantástico. Não é nenhuma obra obrigatória ou que tenha mudado todo o conceito dos comics americanos mas mostra-nos que uma boa história não precisa de ser isso. Pode ser uma simples aventura e uns dilemas morais consigo próprio.
A história tem apenas uns poucos problemas. Um deles é a pequena pseudo-poesia que acompanha a maioria das páginas que só torna a história mais maçadora e menos interessante. O outro é o de ser demasiado previsível e é o único caso no livro em que a simplicidade não funciona bem.
De resto, tudo é bom. Há excelentes momentos, como a viagem de Blake a África ou a luta contra o Homem de Ferro e a história como um todo é como ver uns quantos episódios de uma boa série de TV.
UM Vol. 8 - Thor - Renascido - 83/100.
sábado, 25 de outubro de 2014
Nostalgia Nick Episódio 1 - Danny Phantom
Começa hoje Nostalgia Nick, como anunciada na passada quinta-feira. A partir de hoje, todas as sextas-feiras, sem hora marcada e sujeita a falhas, será postado um episódio desta Nostalgia Nick aqui no blog. Esta rubrica, como afirmado na quinta-feira, será um pequeno texto informal sobre as séries do canal Nickelodeon que vi na minha infância. Para começar, escolhi uma das minhas preferidas e muitas vezes subvalorizada, Danny Phantom.
Danny Phantom é a clássica série de super-heróis: o adolescente a ganhar poderes, a descobri-los, a manter secreta a sua segunda identidade e a lutar contra vilões. E era espetacular. Não só tínhamos aventuras contra fantasmas que se assemelhavam ao protagonista, ou interpretações de gangsters ectoplásmicos como também tínhamos episódios de duas partes, normalmente no final da temporada, que faziam tudo ficar épico. Lutas contra uma versão adulta do heróis ou um cavaleiro negro que só podia ser derrotado usando uma armadura que podia matar o nosso protagnista eram apenas algumas das aventuras que colavam o espectador ao ecrã.
Outro ponto positivo eram as personagens. Existia a personagem principal, Danny Fenton, meio-humano, meio-fantasma; os seus amigos Tucker e Sam; a sua paixão Pauline; os rufiões; a sua família, a sua side-kick tardia e, a parte mais espetacular, os vilões! O verdadeiro ponto forte da série era a constante aparição e desaparição dos vilões, por vezes apenas como secundários ou mesmo como aliados de Danny. Todos eles estavam bem construídos, com um ar arrepiante e baseavam-se em vampiros, gangsters, cavaleiros, múmias, encarnações de pesadelos e outras tantas inspirações.
No final, esta série é um verdadeira obra esquecida do canal e tenho pena que muitos nem a conheçam. Algo fantástico!
Danny Phantom é a clássica série de super-heróis: o adolescente a ganhar poderes, a descobri-los, a manter secreta a sua segunda identidade e a lutar contra vilões. E era espetacular. Não só tínhamos aventuras contra fantasmas que se assemelhavam ao protagonista, ou interpretações de gangsters ectoplásmicos como também tínhamos episódios de duas partes, normalmente no final da temporada, que faziam tudo ficar épico. Lutas contra uma versão adulta do heróis ou um cavaleiro negro que só podia ser derrotado usando uma armadura que podia matar o nosso protagnista eram apenas algumas das aventuras que colavam o espectador ao ecrã.
Outro ponto positivo eram as personagens. Existia a personagem principal, Danny Fenton, meio-humano, meio-fantasma; os seus amigos Tucker e Sam; a sua paixão Pauline; os rufiões; a sua família, a sua side-kick tardia e, a parte mais espetacular, os vilões! O verdadeiro ponto forte da série era a constante aparição e desaparição dos vilões, por vezes apenas como secundários ou mesmo como aliados de Danny. Todos eles estavam bem construídos, com um ar arrepiante e baseavam-se em vampiros, gangsters, cavaleiros, múmias, encarnações de pesadelos e outras tantas inspirações.
No final, esta série é um verdadeira obra esquecida do canal e tenho pena que muitos nem a conheçam. Algo fantástico!
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