Hoje trago mais um ECE, uma rubrica que infelizmente tem sido negligenciada no blog. Hoje, 46 Minutes da série How I Met Your Mother (Foi Assim que Aconteceu).
Sou um fã de HIMYM há algum tempo e sempre admiti algo que muitos outros fãs não: a série sofre um enorme decréscimo de qualidade. Na minha opinião a primeira e a segunda temporadas são obras primas, a terceira é muito boa, a quarta é um pouco pior, a quinta é também boa, da sexta à oitava, a qualidade é apenas razoável e na nona, a série retoma um grau muito bom. Mas houve um episódio que sempre me marcou, um episódio que vi apenas uma vez e que me fez perceber quão boa a série era. E, por estranho que pareça, não era das primeiras e tão amadas por mim temporadas mas sim o 14º episódio da sétima série. O episódio resume-se a uma simples frase: Lily e Marshall vão viver para uma casa nova e têm problemas com Mickey, o pai de Lily, enquanto que os outros três elementos do grupo começam a sentir falta dos amigos. Simples? Sim. Mas o episódio está repleto de momentos memoráveis como a paródia "We Built Chip Cities" a "We Built This City" da banda Starship, intrepretada por Ted ou a aventura de Marshall na casa nova ao estilo de "Atividade Paranormal".
Sinceramente, um episódio excelente, tanto na primeira vez em que o vi, quanto agora. Uma "hidden gem" da não-tão-boa sétima temporada da série.
sábado, 1 de novembro de 2014
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Marvel Cinematic Universe Fase 3
Durante esta semana que está agora a acabar foi revelado algo que ganhou toda a atenção do mundo na área do cinema: os filmes da Marvel Cinematic Universe Phase 3. Neste post, irei apontar os filmes que espero e darei principalmente a minha opinião pessoal acerca destes títulos. Quero também acrescentar que já estou fora do Universo Cinemático há algum tempo.
Capitain America: Civil War - Para começar esta fase, em maio de 2016, Chris Evans voltará aos seu papel de patriota numa história que irá adaptar uma das minhas maxissagas preferidas de sempre, Guerra Civil. Sinceramente, fico desapontado pois um dos postos-chave da banda desenhada era mostrar os diferentes pontos de vista e os lados opostos da guerra, algo que não irá funcionar se o filme se centrar no Capitão América.
Doctor Strange - Depois de ter sofrido rumores de que Keanu Reeves seria a estrela do filme, esta obra inspirada nesta nova personagem foi finalmente anunciada. Até agora, ainda não sabemos se o filme terá uma ligação direta com outros filmes como Avengers 3 ou com as séries de The Defenders já anunciadas para os próximos anos. Fico na expectativa.
Guardians of the Galaxy 2 - Os leitores do meu blog já devem saber que eu odiei o primeiro filme dos Guardiões da Galáxia e é de esperar que também não gosto deste. Mas dado o tema de Avengers 3 (ver em baixo), até que fico à espera de algo de bom a sair daqui. Infelizmente a realização volta a James Gunn.
Thor: Ragnarok - Apesar de ter saltado o segundo filme da personagem, estou ansioso por este filme pois sempre achei o tema do Ragnarok algo bastante interessante. Espero assim por algo bom, desde que não dêem demasiada importância a Loki (acho que o seu papel anda a ser cada vez maior no universo e já começa a chatear).
Black Panther - Para mim, este é o filme mais desnecessário de toda a linha. Pantera Negra não é uma personagem cheia de importância. Assim como Gavião Arqueiro ou Feiticeira Escarlate, a sua existência depende dos Vingadores e não se justifica um filme próprio. Um filme que penso deixar de lado.
Avengers: Infinity War Part 1 - Seguindo toda uma corrente de Harry Potter, Hunger Games ou Twilight, esta saga terá um filme em duas partes. E a mim parece-me ridículo que um universo que tem imensos filmes a conduzirem a este momento e a explorarem o terreno cósmico para uma maior expansão cinematográfica, tenha de ter dois filmes para conseguir ter uma história. Além disso, Joss Whedon ainda não foi escolhido para ser realizador ou argumentista e eu espero que seja ele a conciliar todo este universo. Nada de especial, pessoalmente.

Captain Marvel - Outro filme que não me agrada muito, principalmente por ser sobre uma personagem tão recente (o filme vai inspirar-se em Carol Denvers e não no guerreiro Kree original) mas que ainda é justificável por ser um elemento importante no universo cósmico. Espero só que não fique demasiado sexista, já que é a primeira vez que a Marvel lança um filme baseado totalmente numa personagem feminina.
Inhumans - Outro filme que apenas me parece um grande erro, já que é inspirado numa equipa desconhecida para o público geral e que misturado com o tema de Avengers 3, pode ser algo horrível. Parece-me um clone dos Guardiões da Galáxia (equipa cósmica desconhecida...).
Avengers: Infinity War Part 2 - Para encerrar esta Fase 3, temos a segunda parte de Avengers 3 que deverá ter um grande clímax e encontro de Inhumanos, Vingadores, Guardiões da Galáxia e tantas outras personagens contra Thanos (já não era sem tempo). Fico à espera que aconteça algo espetacular e peço que seja realizado por Joss Whedon.
E chegamos ao fim desta análise pouco detalhada deste próximo calendário e espero que a Marvel nem sequer tente fazer novas franquias num possível Fase 4. Despeço-me assim e peço-vos que me digam nos comentários que filmes é que estão ansiosos para ver desta Fase 3.
Doctor Strange - Depois de ter sofrido rumores de que Keanu Reeves seria a estrela do filme, esta obra inspirada nesta nova personagem foi finalmente anunciada. Até agora, ainda não sabemos se o filme terá uma ligação direta com outros filmes como Avengers 3 ou com as séries de The Defenders já anunciadas para os próximos anos. Fico na expectativa.
Guardians of the Galaxy 2 - Os leitores do meu blog já devem saber que eu odiei o primeiro filme dos Guardiões da Galáxia e é de esperar que também não gosto deste. Mas dado o tema de Avengers 3 (ver em baixo), até que fico à espera de algo de bom a sair daqui. Infelizmente a realização volta a James Gunn.
Thor: Ragnarok - Apesar de ter saltado o segundo filme da personagem, estou ansioso por este filme pois sempre achei o tema do Ragnarok algo bastante interessante. Espero assim por algo bom, desde que não dêem demasiada importância a Loki (acho que o seu papel anda a ser cada vez maior no universo e já começa a chatear).
Black Panther - Para mim, este é o filme mais desnecessário de toda a linha. Pantera Negra não é uma personagem cheia de importância. Assim como Gavião Arqueiro ou Feiticeira Escarlate, a sua existência depende dos Vingadores e não se justifica um filme próprio. Um filme que penso deixar de lado.
Avengers: Infinity War Part 1 - Seguindo toda uma corrente de Harry Potter, Hunger Games ou Twilight, esta saga terá um filme em duas partes. E a mim parece-me ridículo que um universo que tem imensos filmes a conduzirem a este momento e a explorarem o terreno cósmico para uma maior expansão cinematográfica, tenha de ter dois filmes para conseguir ter uma história. Além disso, Joss Whedon ainda não foi escolhido para ser realizador ou argumentista e eu espero que seja ele a conciliar todo este universo. Nada de especial, pessoalmente.
Captain Marvel - Outro filme que não me agrada muito, principalmente por ser sobre uma personagem tão recente (o filme vai inspirar-se em Carol Denvers e não no guerreiro Kree original) mas que ainda é justificável por ser um elemento importante no universo cósmico. Espero só que não fique demasiado sexista, já que é a primeira vez que a Marvel lança um filme baseado totalmente numa personagem feminina.
Inhumans - Outro filme que apenas me parece um grande erro, já que é inspirado numa equipa desconhecida para o público geral e que misturado com o tema de Avengers 3, pode ser algo horrível. Parece-me um clone dos Guardiões da Galáxia (equipa cósmica desconhecida...).
Avengers: Infinity War Part 2 - Para encerrar esta Fase 3, temos a segunda parte de Avengers 3 que deverá ter um grande clímax e encontro de Inhumanos, Vingadores, Guardiões da Galáxia e tantas outras personagens contra Thanos (já não era sem tempo). Fico à espera que aconteça algo espetacular e peço que seja realizado por Joss Whedon.
E chegamos ao fim desta análise pouco detalhada deste próximo calendário e espero que a Marvel nem sequer tente fazer novas franquias num possível Fase 4. Despeço-me assim e peço-vos que me digam nos comentários que filmes é que estão ansiosos para ver desta Fase 3.
domingo, 26 de outubro de 2014
As Minhas Leituras - Universo Marvel Vol. 8 - Thor - Renascido
Neste passado fim-de-semana, decidi ler este Thor - Ranscido, um livro da coleção atual de Marvel em Portugal da Levoir, que nos apresenta uma narrativa pós-Ragnarok de J. Michael Strackynski (criador de Babylon 5, escritor de The Amazing Spider-Man) e com os desenhos de Olivier Coipel (Dinastia de M).
No livro, Thor volta para a Terra como Donald Blake e tenta restabelecer Asgard em Oklahoma. Depois de isto, parte em busca de outros Asgardianos à volta do mundo, enquanto assume a sua identidade como Blake. Simples? Sim, mas todo o conceito torna esta b.d. algo de fantástico. Não é nenhuma obra obrigatória ou que tenha mudado todo o conceito dos comics americanos mas mostra-nos que uma boa história não precisa de ser isso. Pode ser uma simples aventura e uns dilemas morais consigo próprio.
A história tem apenas uns poucos problemas. Um deles é a pequena pseudo-poesia que acompanha a maioria das páginas que só torna a história mais maçadora e menos interessante. O outro é o de ser demasiado previsível e é o único caso no livro em que a simplicidade não funciona bem.
De resto, tudo é bom. Há excelentes momentos, como a viagem de Blake a África ou a luta contra o Homem de Ferro e a história como um todo é como ver uns quantos episódios de uma boa série de TV.
UM Vol. 8 - Thor - Renascido - 83/100.
No livro, Thor volta para a Terra como Donald Blake e tenta restabelecer Asgard em Oklahoma. Depois de isto, parte em busca de outros Asgardianos à volta do mundo, enquanto assume a sua identidade como Blake. Simples? Sim, mas todo o conceito torna esta b.d. algo de fantástico. Não é nenhuma obra obrigatória ou que tenha mudado todo o conceito dos comics americanos mas mostra-nos que uma boa história não precisa de ser isso. Pode ser uma simples aventura e uns dilemas morais consigo próprio.
A história tem apenas uns poucos problemas. Um deles é a pequena pseudo-poesia que acompanha a maioria das páginas que só torna a história mais maçadora e menos interessante. O outro é o de ser demasiado previsível e é o único caso no livro em que a simplicidade não funciona bem.
De resto, tudo é bom. Há excelentes momentos, como a viagem de Blake a África ou a luta contra o Homem de Ferro e a história como um todo é como ver uns quantos episódios de uma boa série de TV.
UM Vol. 8 - Thor - Renascido - 83/100.
sábado, 25 de outubro de 2014
Nostalgia Nick Episódio 1 - Danny Phantom
Começa hoje Nostalgia Nick, como anunciada na passada quinta-feira. A partir de hoje, todas as sextas-feiras, sem hora marcada e sujeita a falhas, será postado um episódio desta Nostalgia Nick aqui no blog. Esta rubrica, como afirmado na quinta-feira, será um pequeno texto informal sobre as séries do canal Nickelodeon que vi na minha infância. Para começar, escolhi uma das minhas preferidas e muitas vezes subvalorizada, Danny Phantom.
Danny Phantom é a clássica série de super-heróis: o adolescente a ganhar poderes, a descobri-los, a manter secreta a sua segunda identidade e a lutar contra vilões. E era espetacular. Não só tínhamos aventuras contra fantasmas que se assemelhavam ao protagonista, ou interpretações de gangsters ectoplásmicos como também tínhamos episódios de duas partes, normalmente no final da temporada, que faziam tudo ficar épico. Lutas contra uma versão adulta do heróis ou um cavaleiro negro que só podia ser derrotado usando uma armadura que podia matar o nosso protagnista eram apenas algumas das aventuras que colavam o espectador ao ecrã.
Outro ponto positivo eram as personagens. Existia a personagem principal, Danny Fenton, meio-humano, meio-fantasma; os seus amigos Tucker e Sam; a sua paixão Pauline; os rufiões; a sua família, a sua side-kick tardia e, a parte mais espetacular, os vilões! O verdadeiro ponto forte da série era a constante aparição e desaparição dos vilões, por vezes apenas como secundários ou mesmo como aliados de Danny. Todos eles estavam bem construídos, com um ar arrepiante e baseavam-se em vampiros, gangsters, cavaleiros, múmias, encarnações de pesadelos e outras tantas inspirações.
No final, esta série é um verdadeira obra esquecida do canal e tenho pena que muitos nem a conheçam. Algo fantástico!
Danny Phantom é a clássica série de super-heróis: o adolescente a ganhar poderes, a descobri-los, a manter secreta a sua segunda identidade e a lutar contra vilões. E era espetacular. Não só tínhamos aventuras contra fantasmas que se assemelhavam ao protagonista, ou interpretações de gangsters ectoplásmicos como também tínhamos episódios de duas partes, normalmente no final da temporada, que faziam tudo ficar épico. Lutas contra uma versão adulta do heróis ou um cavaleiro negro que só podia ser derrotado usando uma armadura que podia matar o nosso protagnista eram apenas algumas das aventuras que colavam o espectador ao ecrã.
Outro ponto positivo eram as personagens. Existia a personagem principal, Danny Fenton, meio-humano, meio-fantasma; os seus amigos Tucker e Sam; a sua paixão Pauline; os rufiões; a sua família, a sua side-kick tardia e, a parte mais espetacular, os vilões! O verdadeiro ponto forte da série era a constante aparição e desaparição dos vilões, por vezes apenas como secundários ou mesmo como aliados de Danny. Todos eles estavam bem construídos, com um ar arrepiante e baseavam-se em vampiros, gangsters, cavaleiros, múmias, encarnações de pesadelos e outras tantas inspirações.
No final, esta série é um verdadeira obra esquecida do canal e tenho pena que muitos nem a conheçam. Algo fantástico!
Trailer - Avengers: Age of Ultron
Um dos pontos altos desta semana foi o lançamento do teaser trailer de Avengers: Age of Ultron, o próximo grande filme da Marvel, a estrear no próximo ano. E apesar de ter estado desligado do Universo Cinemático Marvel há algum tempo, fiquei entusiasmado com este filme antes dos primeiros posters. Isto deve-se à minha adoração por Avengers, um dos meus filmes de super-heróis prediletos e pelo facto de adorar Joss Whedon, realizador e criador de Buffy e de Firefly entre outras séries e filmes, e também realizador do primeiro filme da equipa.
No trailer, somos apresentados a Ultron que aparece de uma forma estranha. A princípio, achei que a música usada para o trailer tinha sido mal escolhida e parecia algo bem mais negro do que os Avengers são. Mas depois li que a música de fundo é uma de Pinóquio, cujo refrão traduzido é: "não estou ligado a cordas", relacionando a liberdade de Ultron com a clássica história infantil. Genial!
Outra das coisas me incomodou foi o aspeto de Mercúrio e da Feiticeira Escarlate. Pareceram-me demasiado diferentes da banda desenhada e a Feiticeira usou os seus poderes de uma maneira estranha que me faz pensar se não será ela mais importante do que aparentemente era.
O trailer é espetacular e estou muito ansioso que o fime saia. Podem ver o trailer neste mesmo post.
No trailer, somos apresentados a Ultron que aparece de uma forma estranha. A princípio, achei que a música usada para o trailer tinha sido mal escolhida e parecia algo bem mais negro do que os Avengers são. Mas depois li que a música de fundo é uma de Pinóquio, cujo refrão traduzido é: "não estou ligado a cordas", relacionando a liberdade de Ultron com a clássica história infantil. Genial!
Outra das coisas me incomodou foi o aspeto de Mercúrio e da Feiticeira Escarlate. Pareceram-me demasiado diferentes da banda desenhada e a Feiticeira usou os seus poderes de uma maneira estranha que me faz pensar se não será ela mais importante do que aparentemente era.
O trailer é espetacular e estou muito ansioso que o fime saia. Podem ver o trailer neste mesmo post.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
As Minhas Leituras - UM Vol. 7 - Marvels
Li recentemente Marvels, um título publicado na coleção Universo Marvel há já algum tempo mas que só consegui ler agora por me ter atrasado mas aqui vai.
Marvels é talvez o maior clássico da Marvel sem ser dedicado a nenhuma personagem já existente. É, na verdade, a história do universo que tão bem conhecemos pelos olhos de uma pessoa normal, um simples fotógrafo que fica maravilhado com estes seres. E todo o livro conta a história deste fotógrafo a explorar os heróis na Segunda Guerra Mundial, a sua ausência nos anos 50, o seu regresso em força com o Quarteto Fantástico e a discussão sobre o assassínio de George e Gwen Stacy por parte do Homem-Aranha.
Sinceramente, achei a ideia genial e uma boa prova de que os anos 90 não foram maus anos na banda desenhada. Há também de destacar a arte de Alex Ross que complementa o argumento de Busiek de uma maneira espetacular. Na verdade, antes de ler o livro, pensava que não ia gostar tanto da obra pois achava que a arte de Ross era muito espetacular mas não muito boa para contar uma história, especialmente depois da série Justiça (publicada em Portugal na anterior coleção de banda desenhada da Levoir) que foi uma saga que me desapontou imenso. Mas depois de ler este Marvels, percebi que por muito bom que o argumento ou os desenhos sejam, não são nada se não ficarem complementados um pelo outro.
Sendo assim, recomendo a série mais para os fãs da Marvel que realmente têm uma fonte de referências fantástica e para quem realmente gosta de uns bons desenhos (já que, no final há uma reportagem sobre o processo artístico de Alex Ross que levou a estas bonitas pranchas). Um livro maravilhoso!
Universo Marvel Vol. 7 - Marvels.
Marvels é talvez o maior clássico da Marvel sem ser dedicado a nenhuma personagem já existente. É, na verdade, a história do universo que tão bem conhecemos pelos olhos de uma pessoa normal, um simples fotógrafo que fica maravilhado com estes seres. E todo o livro conta a história deste fotógrafo a explorar os heróis na Segunda Guerra Mundial, a sua ausência nos anos 50, o seu regresso em força com o Quarteto Fantástico e a discussão sobre o assassínio de George e Gwen Stacy por parte do Homem-Aranha.
Sinceramente, achei a ideia genial e uma boa prova de que os anos 90 não foram maus anos na banda desenhada. Há também de destacar a arte de Alex Ross que complementa o argumento de Busiek de uma maneira espetacular. Na verdade, antes de ler o livro, pensava que não ia gostar tanto da obra pois achava que a arte de Ross era muito espetacular mas não muito boa para contar uma história, especialmente depois da série Justiça (publicada em Portugal na anterior coleção de banda desenhada da Levoir) que foi uma saga que me desapontou imenso. Mas depois de ler este Marvels, percebi que por muito bom que o argumento ou os desenhos sejam, não são nada se não ficarem complementados um pelo outro.
Sendo assim, recomendo a série mais para os fãs da Marvel que realmente têm uma fonte de referências fantástica e para quem realmente gosta de uns bons desenhos (já que, no final há uma reportagem sobre o processo artístico de Alex Ross que levou a estas bonitas pranchas). Um livro maravilhoso!
Universo Marvel Vol. 7 - Marvels.
Nostalgia Nick #0
Um dos meus canais preferidos no youtube é definitivamente o dos site watchmojo, um canal que se dedica a publicar top 10 de toda a cultura pop, desde banda desenhada e filmes a música e televisão. E um dos seus vídeos mais recentes é o top das melhores séries Nickelodeon, um canal que fez parte da minha infância com séries como Spongebob, Avatar ou Danny Phantom. E ver tantas séries que adorei outrora e guardar memórias delas com tanta nostalgia, deu-me a ideia para esta rubrica em que apresentarei uma série do canal e direi umas tantas coisas sobre ela, num registo extremamente informal.
Hoje ainda não falarei de nenhuma mas tenciono começar esta Nostalgia Nick nos próximos dias.
Hoje ainda não falarei de nenhuma mas tenciono começar esta Nostalgia Nick nos próximos dias.
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