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sábado, 25 de outubro de 2014

Trailer - Avengers: Age of Ultron

Um dos pontos altos desta semana foi o lançamento do teaser trailer de Avengers: Age of Ultron, o próximo grande filme da Marvel, a estrear no próximo ano. E apesar de ter estado desligado do Universo Cinemático Marvel há algum tempo, fiquei entusiasmado com este filme antes dos primeiros posters. Isto deve-se à minha adoração por Avengers, um dos meus filmes de super-heróis prediletos e pelo facto de adorar Joss Whedon, realizador e criador de Buffy e de Firefly entre outras séries e filmes, e também realizador do primeiro filme da equipa.
No trailer, somos apresentados a Ultron que aparece de uma forma estranha. A princípio, achei que a música usada para o trailer tinha sido mal escolhida e parecia algo bem mais negro do que os Avengers são. Mas depois li que a música de fundo é uma de Pinóquio, cujo refrão traduzido é: "não estou ligado a cordas", relacionando a liberdade de Ultron com a clássica história infantil. Genial!
Outra das coisas me incomodou foi o aspeto de Mercúrio e da Feiticeira Escarlate. Pareceram-me demasiado diferentes da banda desenhada e a Feiticeira usou os seus poderes de uma maneira estranha que me faz pensar se não será ela mais importante do que aparentemente era.
O trailer é espetacular e estou muito ansioso que o fime saia. Podem ver o trailer neste mesmo post.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

As Minhas Leituras - UM Vol. 7 - Marvels

Li recentemente Marvels, um título publicado na coleção Universo Marvel há já algum tempo mas que só consegui ler agora por me ter atrasado mas aqui vai.
Marvels é talvez o maior clássico da Marvel sem ser dedicado a nenhuma personagem já existente. É, na verdade, a história do universo que tão bem conhecemos pelos olhos de uma pessoa normal, um simples fotógrafo que fica maravilhado com estes seres. E todo o livro conta a história deste fotógrafo a explorar os heróis na Segunda Guerra Mundial, a sua ausência nos anos 50, o seu regresso em força com o Quarteto Fantástico e a discussão sobre o assassínio de George e Gwen Stacy por parte do Homem-Aranha.
Sinceramente, achei a ideia genial e uma boa prova de que os anos 90 não foram maus anos na banda desenhada. Há também de destacar a arte de Alex Ross que complementa o argumento de Busiek de uma maneira espetacular. Na verdade, antes de ler o livro, pensava que não ia gostar tanto da obra pois achava que a arte de Ross era muito espetacular mas não muito boa para contar uma história, especialmente depois da série Justiça (publicada em Portugal na anterior coleção de banda desenhada da Levoir) que foi uma saga que me desapontou imenso. Mas depois de ler este Marvels, percebi que por muito bom que o argumento ou os desenhos sejam, não são nada se não ficarem complementados um pelo outro.
Sendo assim, recomendo a série mais para os fãs da Marvel que realmente têm uma fonte de referências fantástica e para quem realmente gosta de uns bons desenhos (já que, no final há uma reportagem sobre o processo artístico de Alex Ross que levou a estas bonitas pranchas). Um livro maravilhoso!
Universo Marvel Vol. 7 - Marvels.

Nostalgia Nick #0

Um dos meus canais preferidos no youtube é definitivamente o dos site watchmojo, um canal que se dedica a publicar top 10 de toda a cultura pop, desde banda desenhada e filmes a música e televisão. E um dos seus vídeos mais recentes é o top das melhores séries Nickelodeon, um canal que fez parte da minha infância com séries como Spongebob, Avatar ou Danny Phantom. E ver tantas séries que adorei outrora e guardar memórias delas com tanta nostalgia, deu-me a ideia para esta rubrica em que apresentarei uma série do canal e direi umas tantas coisas sobre ela, num registo extremamente informal.
Hoje ainda não falarei de nenhuma mas tenciono começar esta Nostalgia Nick nos próximos dias.

domingo, 19 de outubro de 2014

Review - Black Lagoon: The Second Barrage

Meses depois de ter visto a primeira série, decidi progredir para The Second Barrage, a segunda temporada de Black Lagoon. Na verdade, nem tinha achado Black Lagoon um anime tão bom quanto a crítica dizia e deixei um espaço de alguns meses antes de ver esta sequela pois já tinha lido que a qualidade era diferente mas sem saber qual das séries era melhor.
Mas, agora que vi, decidi dar a minha opinião sobre esta série que tanta divergência de opiniões cria.
Na verdade, mal comecei esta série, achei-a melhor do que a anterior. Só o arco inicial, sobre umas crianças criadas para matar, conseguiu cativar-me mais do que qualquer outro arco da primeira temporada. Achei que todas as histórias foram geniais com combates que misturam as duas coisas que fizeram este anime: as cenas de ação de filmes de Hollywood e a pouca veracidade caraterística dos animes. Achei que outra coisa melhorada foi a relação entre a Revy e o Rock que tornou as personagens mais humanas e que ficou mesmo bem feita. Infelizmente, com todo o tempo dado a estas personagens, muitas das personagens secundárias ficaram quase sem aparecer como Dutch e Benny, dois membros do grupo principal que quase que deixaram de aparecer.
O anime continua a ter os mesmos visuais e a mesma banda sonora, o que não é uma coisa má, já que eram espetaculares nos primeiros 12 episódios.
E, para além do pouco tempo gasto a desenvolver as personagens secundárias e uma ou outra cena nos episódios mais desinteressante, o anime é excelente. A não ser em certas partes frequentes nos últimos episódios em que as personagens falam inglês. É exemplo disso a cena que vai estar neste post.
De resto, o anime é muito bom e, sinceramente, acho melhor do que a primeira temporada. Algo obrigatório e facilmente um dos animes para o meu top 10.
História - 3.5 em 4.
Personagens - 1,5 em 2.
Extras - 1 em 1.
Valor Pessoal - 3 em 3.
Nota Final - 9 em 10.

sábado, 18 de outubro de 2014

Review - Bubblegum Crash

Nas passadas férias de verão fui surpreendido com a venda de uns DVD's de anime num quiosque. Curioso, fui pesquisar mais sobre a coleção em que estavam estes animes e descobri que foi uma série de mais de trinta títulos a ser lançada com o jornal em 2007. Infelizmente só consegui comprar três títulos e também não tive tempo de os ver até agora. Mas quando consegui arranjar umas horas, decidi pegar num dos animes, a conceituada série dos anos 90, Bubblegum Crash.
Na verdade, esta série OVA é uma sequela a AD Police, uma OVA de 3 episódios e a Bubblegum Crisis, uma OVA de 8 episódios. Mas não sei bem porquê, estas duas séries não foram licenciadas em Portugal e temos de as ver num formato ilegal se quisermos aceder a esse conteúdo. Mas como não devia ser uma série tão complicada, decidi ver apenas estes episódios que tenho em DVD. E parece que fiz bem já que não há muitas referências às séries anteriores.
E, tendo em conta apenas os episódios do DVD, a série é muito boa para se passar uma tarde sem nada para fazer.
A história é mais uma centrada numa equipa de pessoas com armaduras potentes a lutar contra robôs num universo Cyberpunk e acaba por não trazer nada de novo. A única coisa que realmente distingue a série são os pormenores do universo fictício com as várias classes de polícias bem abordadas e as situações dos robôs bem mostradas. As personagens são outro ponto bem positivo emboranão me consiga identificar com nenhuma (uma característica que melhora uma série automaticamente), acho-as bem construídas e vou admitir que as relações entre elas foram coisas que me deixaram continuar a ver.
Na animação não há uma grande distinção, tendo o traço da época com poucos acrescentos. Há apenas o problema de nos pormenores ter menos detalhe que realça pequenos erros. O que o universo tem de pormenorizado, a animação não tem. Há também o ponto positivo da banda sonora, que me pareceu bastante apelativa e da música de abertura que consegue mesmo ficar "presa" na cabeça.
Na minha opinião, o anime é bom, se procuram uma coisa leve e tem uma grande distinção na qualidade dos episódios. A meu ver, o segundo é o melhor e é um episódio mesmo muito bom enquanto que o primeiro e o último são mais aborrecidos e não têm uma boa história.
No final, o anime consegue ser uma obra para não se deixar de lado e algo obrigatório para anime do género cyberpunk da época.
História - 2 em 4.
Personagens - 2 em 2.
Extras - 1 em 1.
Valor Pessoal - 2 em 3.
Nota Final - 7 em 10.

domingo, 12 de outubro de 2014

Iberanime OPO 2014

Decorreu este fim-de-semana no Multiusos de Gondomar o já habitual Iberanime Opo 2014, a edição do Iberanime no norte do país que se realiza à volta esta data todos os anos. Como fã de anime, tive de estar presente e ainda bem que o fiz. Nesta edição, o festival contou com algumas mudanças como a redução do espaço de vendas para dar mais espaço ao palco. Este também recebeu a competição de cosplay, anteriormente feita num anexo do pavilhão.
No espaço das lojas, não houve grande inovação com o mesmo merchandise, as mangas e o jogos, podendo destacar a Tsubaki, a Kingpin Books ou a Aniplay. Infelizmente não experimentei o espaço gaming devido ao enorme número de entusiastas da área que encheram rapidamente todo o espaço. Houve também a oportunidade para comida como os clássicos noodles que toda a gente pensa que é ramen e vários produtos em certas lojas. Não tirei fotografias para o blog, especialmente devido ao facto de estar lá como um otaku e não como um blogger.
No geral o evento foi excelente e deu-me vontade de lá voltar para o ano. Aconselho vivamente que vão às próximas edições do evento.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Review - K-On!! (K-On! 2)

Daqui a uns meses faz um ano que saiu a primeira (e única durante algum tempo) review do blog. Foi ela da primeira série de K-On!. E como tinha gostado imenso dessa série, decidi prosseguir para a série seguinte. Infelizmente, acabei por deixá-la como uma série com uma prioridade menor já que sabia o que me esperava e tinha tantas novas franquias para explorar. Acabei por apenas a começar a ver há umas semanas atrás.
E deixem dizer-vos que fiz bem. E isto pela seguinte ordem de razões: 1º - a série é muito parecida com a primeira e se a tivesse visto pouco depois da primeira não a conseguiria aproveitar devidamente; 2º - se a tivesse visto nas férias, tê-la-ia devorado e não teria aquele momento religioso de cada dia de trabalho para ver um episódio; 3º - o anime é sobre vida escolar e acho que consigo relacionar-me com as situações das protagonistas, algo que não conseguiria fazer até há um mês atrás.
Prosseguindo para o enredo: a história é bastante parecida com a da primeira série contando a vida de cada rapariga do clube de música leve (keionbu ou K-On): a preguiçosa Yui; a convencida Ritsu; a envergonhada Mio; a simpática Mugi e a responsável Azusa. Os episódios são bastante leves centrando-se em situações como visitas de estudo ou a ida a um festival de verão.
Mas de algum modo conseguiu ser melhor do que a primeira série. E esse terá que ser o desenvolvimento das personagens que me parece bem melhor do que na primeira temporada, se calhar por já termos uma maior ligação com elas. Há também o fator de esta ser a última temporada e de termos um final mais dramático. Até ao episódio 18 ou 19, ambas as séries têm a mesma qualidade mas no final, o anime assume uma perspetiva mais dramática que culmina num final muito bom.
Assim, considero a série um espetacular modo para ocupar apenas um pouco de tempo em cada dia, sem ser nada de épico que possa "colar" o espectador ao ecrã. Recebe também a minha classificação no grau mais alto e deixo-vos a total recomendação para as duas temporadas.
História - 4 em 4;
Personagens - 2 em 2;
Extras - 1 em 1;
Valor Pessoal - 3 em 3;
Nota final - 10 em 10.