Vi recentemente Elfen Lied, um anime de apenas 13 episódios cheio de sangue, combates psicológicos e uma história emocionante. É bastante conhecido e decidi que o devia ver.
Este anime passa-se à volta de Lucy uma membro da nova raça diclonius, uns seres de cabelo cor de rosa com uns braços invisíveis chamados vetores. Certo dia, esta ser sai do laboratório em que estava presa matando imensos guardas. Só que quando estava mesmo a sair, um sniper acerta-lhe na cabeça e esta cai ao mar. Acaba numa praia a ser encontrada por Kouta, um rapaz órfão que acaba de se mudar para esta cidade. Descobre que esta Lucy sofreu uma amnésia terrível e que apenas diz uma palavra: Nyu. Com em tantas outras história, esta palavra passou a ser o seu nome para este rapaz e para a sua prima.
E basicamente, toda a história se desenrola à volta dos dois primos a viverem com esta diclonius e imensas investigações do laboratório onde Lucy era estudada que acabam por afetar não só os dois humanos como também uma jovem vagabunda que vai viver com eles e uma outra diclonius.
Infelizmente, o anime sofre de um problema conhecido como o síndrome de Deus ex Machina (na verdade não mas pareceu-me apropriado). Um Deus ex Machina é uma solução para um certo problema que não a desejável mas que é usada para deixar por exemplo uma personagem viva ou para não prolongar muito a história. E este anime está cheio de casos como este. Não considero isto um spoiler mas se estão a querer mesmo ver a série sem nenhuma informação não devem ler o seguinte: Nyu consegue ter de novo a consciência de Lucy quando bate com a cabeça. E para isso usam as situações menos desejáveis como uma escorregadela ou um tropeção.
Outro aspeto que me incomodou foi o dos diclonius não serem totalmente conhecidos. Por exemplo: os vetores deles por vezes são visíveis ao olho do espectador e são como mãos. Mas estas mãos atuam como espadas e não deixam marcas de mãos. E o facto de por vezes vermos ou não estes braços também me incomoda um bocado.
Por fim, o anime é muito bom, tem personagens muito boas, um história excelente e é mesmo muito bom.
História - 3.5 em 4
Personagens - 1,75 em 2
Extras - 0.75 em 1
Valor Pessoal - 2 em 3
Nota Final - 8 em 10.
domingo, 31 de agosto de 2014
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Review - Sparrow's Hotel
Vi hoje um pequeno anime chamado Sparrow's Hotel. São doze episódios de três minutos cada que se desenrolam num hotel repleto de situações cómicas.
Apesar de não achar tanta piada a séries de comédia em anime quanto acho a séries de comédia americanas ou britânicas, gostei e acabou por me surpreender. O meu aspeto preferido foram mesmo o pequeno rol de personagens: uma assassina sensual, uma rapariga baixa e algo tsundere, um rapaz introvertido e mais normal, um gerente com uma paixão pela irmã, um motoqueiro violento e uma espia cujo maior problema é o de pensar em voz alta. E com um grupo de personagens como este, só podemos esperar pouco mais de meia hora (o anime é mesmo muito pequeno) de muita diversão. E, não sei como, na MyAnimeList o anime tem 5.67. Como? Sim não chega aos calcanhares de Fullmetal Alchemist ou Death Note mas é um anime excelente para se ver com amigos ou para passar o tempo.
Infelizmente, tenho uma crítica: o anime saiu em 2013 mas tem uma animação de vanguarda... de 1999. Há vários momentos em que a animação parece mesmo mal feita e, sinceramente, Evangelion, que teve todos aqueles cortes no orçamento e teve uma animação com inúmeras falhas tem uma animação melhor do que esta série.
Adiante, vejam a série porque é muito pequena e podem passar um bom tempo mas não esperem nem um anime como Steins;Gate nem uma série de comédia como A Teoria do Big Bang. Para verem podem ver legalmente na Crunchyroll com legendas em português (http://www.crunchyroll.com/sparrows-hotel).
História - 3 em 4
Personagens - 2 em 2
Extras - 0,5 em 1
Valor Pessoal - 2,5 em 3
Nota Final - 8 em 10.
Apesar de não achar tanta piada a séries de comédia em anime quanto acho a séries de comédia americanas ou britânicas, gostei e acabou por me surpreender. O meu aspeto preferido foram mesmo o pequeno rol de personagens: uma assassina sensual, uma rapariga baixa e algo tsundere, um rapaz introvertido e mais normal, um gerente com uma paixão pela irmã, um motoqueiro violento e uma espia cujo maior problema é o de pensar em voz alta. E com um grupo de personagens como este, só podemos esperar pouco mais de meia hora (o anime é mesmo muito pequeno) de muita diversão. E, não sei como, na MyAnimeList o anime tem 5.67. Como? Sim não chega aos calcanhares de Fullmetal Alchemist ou Death Note mas é um anime excelente para se ver com amigos ou para passar o tempo.
Infelizmente, tenho uma crítica: o anime saiu em 2013 mas tem uma animação de vanguarda... de 1999. Há vários momentos em que a animação parece mesmo mal feita e, sinceramente, Evangelion, que teve todos aqueles cortes no orçamento e teve uma animação com inúmeras falhas tem uma animação melhor do que esta série.
Adiante, vejam a série porque é muito pequena e podem passar um bom tempo mas não esperem nem um anime como Steins;Gate nem uma série de comédia como A Teoria do Big Bang. Para verem podem ver legalmente na Crunchyroll com legendas em português (http://www.crunchyroll.com/sparrows-hotel).
História - 3 em 4
Personagens - 2 em 2
Extras - 0,5 em 1
Valor Pessoal - 2,5 em 3
Nota Final - 8 em 10.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Review - Especial de Steins;Gate
Como adorei Steins;Gate, decidi continuar a menos épica travessia das personagens com o especial que saiu depois da série (a que vou fazer uma review agora) e, noutro dia, com o filme.
Mas centrando-me apenas neste Oukoubakko no Poriomania (o nome do especial), vemos os membros principais do laboratório mais Rukka serem convidados por Feyris a irem a um torneio dela no EUA. Lá encontram Kurisu e esta começa a lembrar-se de acontecimentos de outras linhas de tempo, algo que supostamente não devia acontecer. Pelo meio temos divertidas situações com Okarin a ser preso, um encontro com a futura mãe da filha de Itaru Hashida e um prelúdio para o filme (pelo qual estou ansioso).
Eu gostei bastante destes vinte e poucos minutos com uma ficção científica bem explorada e piadas excelentes que me deram vontade de ver grandes cenas da série no YouTube.
Fica assim a recomendação deste perfeito episódio extra da série.
Steins;Gate: Oukoubakko no Poriomania - 10/10.
Mas centrando-me apenas neste Oukoubakko no Poriomania (o nome do especial), vemos os membros principais do laboratório mais Rukka serem convidados por Feyris a irem a um torneio dela no EUA. Lá encontram Kurisu e esta começa a lembrar-se de acontecimentos de outras linhas de tempo, algo que supostamente não devia acontecer. Pelo meio temos divertidas situações com Okarin a ser preso, um encontro com a futura mãe da filha de Itaru Hashida e um prelúdio para o filme (pelo qual estou ansioso).
Eu gostei bastante destes vinte e poucos minutos com uma ficção científica bem explorada e piadas excelentes que me deram vontade de ver grandes cenas da série no YouTube.
Fica assim a recomendação deste perfeito episódio extra da série.
Steins;Gate: Oukoubakko no Poriomania - 10/10.
terça-feira, 26 de agosto de 2014
As Minhas Leituras - Cebolinha nº 86 (Panini)
Eu sei que já não escrevo há mais de uma semana mas foi tudo devido a umas magníficas férias mas que infelizmente, o acesso à internet foi pouco e não consegui postar nada.
Mas ignorando esta paragem, descobri que este mês chegaria a Portugal a comemoração das 500 edições do Cebolinha no Brasil e, como há muito que não lia uma história da Turma da Mônica, decidi comprar esta. E que boa decisão que tomei. Esta pequena revista (que, infelizmente, não inclui um número estendido de páginas) é uma carta de amor para os fãs de longa data das aventuras da personagem apesar de agradar tanto àqueles que só começaram há pouco tempo tanto a qualquer um que apenas procure uma boa história e não tenha nenhum conhecimento sobre este tão vasto universo. A única crítica é realmente a edição. A história está excelente e não só atinge as personagens da Turma como serve de pano de fundo para histórias do Penadinho ou do Louco. Mas não sei bem porquê, este número foi muito mal aproveitado. Eu esperava, no mínimo, ter uma revista tão grande quanto as da Mônica para comemorar estas 500 edições. Em vez disso recebemos uma história (bastante boa, até) mas que, mesmo com tantas cameos, é apenas mais uma edição.
No final, esta edição realmente mostra que os escritores se esforçaram para a comemoração deste marco na banda desenhada mas, da parte da editora, não recebemos o respeito que pensámos que iríamos receber.
Cebolinha nº 86 (Panini) - 75/100.
Mas ignorando esta paragem, descobri que este mês chegaria a Portugal a comemoração das 500 edições do Cebolinha no Brasil e, como há muito que não lia uma história da Turma da Mônica, decidi comprar esta. E que boa decisão que tomei. Esta pequena revista (que, infelizmente, não inclui um número estendido de páginas) é uma carta de amor para os fãs de longa data das aventuras da personagem apesar de agradar tanto àqueles que só começaram há pouco tempo tanto a qualquer um que apenas procure uma boa história e não tenha nenhum conhecimento sobre este tão vasto universo. A única crítica é realmente a edição. A história está excelente e não só atinge as personagens da Turma como serve de pano de fundo para histórias do Penadinho ou do Louco. Mas não sei bem porquê, este número foi muito mal aproveitado. Eu esperava, no mínimo, ter uma revista tão grande quanto as da Mônica para comemorar estas 500 edições. Em vez disso recebemos uma história (bastante boa, até) mas que, mesmo com tantas cameos, é apenas mais uma edição.
No final, esta edição realmente mostra que os escritores se esforçaram para a comemoração deste marco na banda desenhada mas, da parte da editora, não recebemos o respeito que pensámos que iríamos receber.
Cebolinha nº 86 (Panini) - 75/100.
- Falta de trato da editora que parece que tenta que esta seja apenas outra edição do Cebolinha;
- Boa história que serve também de cenário para personagens fora da habitual Turma;
- Cameos que fazem desta história uma carta de amor aos fãs que já acompanham a personagem desde as primeiras aparições, sem esquecer os fãs mais recentes.
sábado, 16 de agosto de 2014
Review - The Wil Wheaton Project Temporada 1
Acabou na passada terça-feira a série de comédia nerd, Wil Wheaton Project de que já falei há uns tempos atrás. Mas como esse post não foi uma review decidi agora dar as minhas opiniões já que já vi todos os episódios.
Wil Wheaton Project é fácil de explicar: um programa em que um nerd conhecido fala sobre assuntos nerds. Pois porque este apresentador que já entrou em Star Trek: the Next Generation, Stand By Me ou A Teoria do Big Bang está agora a comentar os mais recentes episódios de séries nerds como Game of Thrones ou True Blood, blockbusters como Transformers 4 ou o novo filme das Tartarugas Ninja, convenções como a Comic-Con ou simplesmente a fazer sketchs de comédia com atores como John Barrowman, Andy Serkis, Seth Green ou Shawn Ashmore.
Infelizmente, fica muito mais virado para a comédia do que para críticas o que não é uma coisa necessariamente má mas a comédia por vezes é um pouco infantil e estraga um pouco o clima do programa. Mesmo assim, conseguimos passar um bom bocado seja com Skeletor a ler tweets, cenas de Jojo's Bizarre Adventure ou os esforços de Wheaton para não encontrar o Pé Grande e ter um programa que esperemos que dure durante anos.
The Wil Wheaton Project Temporada 1 - 80/100.
Wil Wheaton Project é fácil de explicar: um programa em que um nerd conhecido fala sobre assuntos nerds. Pois porque este apresentador que já entrou em Star Trek: the Next Generation, Stand By Me ou A Teoria do Big Bang está agora a comentar os mais recentes episódios de séries nerds como Game of Thrones ou True Blood, blockbusters como Transformers 4 ou o novo filme das Tartarugas Ninja, convenções como a Comic-Con ou simplesmente a fazer sketchs de comédia com atores como John Barrowman, Andy Serkis, Seth Green ou Shawn Ashmore.
Infelizmente, fica muito mais virado para a comédia do que para críticas o que não é uma coisa necessariamente má mas a comédia por vezes é um pouco infantil e estraga um pouco o clima do programa. Mesmo assim, conseguimos passar um bom bocado seja com Skeletor a ler tweets, cenas de Jojo's Bizarre Adventure ou os esforços de Wheaton para não encontrar o Pé Grande e ter um programa que esperemos que dure durante anos.
The Wil Wheaton Project Temporada 1 - 80/100.
- Comédia infantil e pouco apelativa
- Notícias do mundo nerd
- Sketchs engraçados e bem construídos
- Grande número de ilustres convidados.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Review - Anohana
Vi um outro anime nos últimos dias e este bem mais pequeno que o da minha review anterior. Foi ele Ano Hi Mita Hana no Namae wo Bokutachi wa Mada Shiranai mais conhecido como Anohana e a sua tradução livre é "Ainda não sabemos o nome da flor que vimos naquele dia". Tem 11 episódios, estreou em 2011 e foi produzido por vários estúdios diferentes.
A história começa quando Jinta Yadomi (mais conhecido como Jintan), um rapaz que não vai às aulas e passa o dia a dormir e a jogar videojogos repara que consegue ver a fantasma de uma amiga de infância que morreu em pequena. Menma (a rapariga) só consegue ser vista por ele e acha que voltou para ter o seu último desejo realizado apesar de não se lembrar qual é. Para isso, Jintan reúne os outros membros do seu grupo de amigos de infância que, depois do acidente em que Menma morreu se separaram e odeiam-se uns aos outros.
A história pode parecer simples mas está muito bem explorada e a cada tentativa fortalecemos um laço que temos com uma das personagens. E vou dar um conselho para quem se interessou pela sinopse e vai querer ver a série: não vejam demasiado rápido. A série é pequena e devem aproveitá-la. Portanto não vejam tudo num dia ou em dois e vejam apenas dois ou três episódios por dia pois no final vai saber muito melhor.
Sim, porque este anime é conhecido por ter um dos melhores finais da história do anime. E eu concordo plenamente. O último episódio é um dos melhores últimos episódios de todas as séries que já vi.
Portanto, vejam o anime mesmo que não gostem muito do género porque é realmente dos melhores animes que vi e entra no meu top 5.
História - 4 em 4.
Personagens - 2 em 2.
Extras - 1 em 1.
Valor Pessoal - 3 em 3.
Nota final - 10 em 10.
A história começa quando Jinta Yadomi (mais conhecido como Jintan), um rapaz que não vai às aulas e passa o dia a dormir e a jogar videojogos repara que consegue ver a fantasma de uma amiga de infância que morreu em pequena. Menma (a rapariga) só consegue ser vista por ele e acha que voltou para ter o seu último desejo realizado apesar de não se lembrar qual é. Para isso, Jintan reúne os outros membros do seu grupo de amigos de infância que, depois do acidente em que Menma morreu se separaram e odeiam-se uns aos outros.
A história pode parecer simples mas está muito bem explorada e a cada tentativa fortalecemos um laço que temos com uma das personagens. E vou dar um conselho para quem se interessou pela sinopse e vai querer ver a série: não vejam demasiado rápido. A série é pequena e devem aproveitá-la. Portanto não vejam tudo num dia ou em dois e vejam apenas dois ou três episódios por dia pois no final vai saber muito melhor.
Sim, porque este anime é conhecido por ter um dos melhores finais da história do anime. E eu concordo plenamente. O último episódio é um dos melhores últimos episódios de todas as séries que já vi.
Portanto, vejam o anime mesmo que não gostem muito do género porque é realmente dos melhores animes que vi e entra no meu top 5.
História - 4 em 4.
Personagens - 2 em 2.
Extras - 1 em 1.
Valor Pessoal - 3 em 3.
Nota final - 10 em 10.
- História excelente apesar de por vezes maçadora, especialmente a quem não é fã de drama
- Personagens incríveis
- 11 episódios que conseguem ser dos melhores em qualquer coisa
- Final épico que vale por toda a série.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Review - Soul Eater
Vi recentemente o anime Soul Eater. Tem 51 episódios, é inspirado no manga de Atushi Õkubo que recentemente atingiu uma década de existência e foi desenvolvido pelo estúdio Bones que também nos trouxe Fullmetal Alchemist Brotherhood.
A premissa do anime é simples: um anime shounen com o grupo das personagens principais constituído por rapazes estúpidos, miúdas certinhas e um tipo sombrio e frio admirado por todos. E apesar de ser tão adorado eu só posso dizer que não achei nada de mais. Não é um anime mau e tem uma história sólida, boa animação, uma banda sonora muito bem feita mas falta-lhe algo importante. Se formos ao fundo da questão, Soul Eater não é diferente de séries shonen que adoro como Fairy Tail. Tirando numa coisa que até é mais pessoal: não consigo ficar muito empolgado. As personagens são muito boas mas depois de uns quinze episódios fiquei cansado pois não me entusiasmava muito todas as missões. E se não fossem as personagens (mesmo com os horríveis conflitos pessoais de Soul) acho que o anime seria muito menos suportável. Apesar das piadas não serem nada do outro mundo, nunca me canso de Black Star a auto-proclamar-se o maior homem do mundo, da pequena importância de Maka relativamente ao seu pai ou, e especialmente, das piadas à volta da obsessão compulsão de Death the Kid.
É uma boa série, devem mesmo vê-la nem que vejam metade e dêem uma opinião e é tudo.
História - 2 em 4
Personagens - 2 em 2
Extras - 1 em 1
Valor pessoal - 1 em 3
Nota Final - 6 em 10.
A premissa do anime é simples: um anime shounen com o grupo das personagens principais constituído por rapazes estúpidos, miúdas certinhas e um tipo sombrio e frio admirado por todos. E apesar de ser tão adorado eu só posso dizer que não achei nada de mais. Não é um anime mau e tem uma história sólida, boa animação, uma banda sonora muito bem feita mas falta-lhe algo importante. Se formos ao fundo da questão, Soul Eater não é diferente de séries shonen que adoro como Fairy Tail. Tirando numa coisa que até é mais pessoal: não consigo ficar muito empolgado. As personagens são muito boas mas depois de uns quinze episódios fiquei cansado pois não me entusiasmava muito todas as missões. E se não fossem as personagens (mesmo com os horríveis conflitos pessoais de Soul) acho que o anime seria muito menos suportável. Apesar das piadas não serem nada do outro mundo, nunca me canso de Black Star a auto-proclamar-se o maior homem do mundo, da pequena importância de Maka relativamente ao seu pai ou, e especialmente, das piadas à volta da obsessão compulsão de Death the Kid.
É uma boa série, devem mesmo vê-la nem que vejam metade e dêem uma opinião e é tudo.
História - 2 em 4
Personagens - 2 em 2
Extras - 1 em 1
Valor pessoal - 1 em 3
Nota Final - 6 em 10.
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