Mais uma review a um anime mas este tinha mesmo que fazer. É de Code Geass: Hangyaku no Lelouch mais conhecido como Code Geass apenas. Na verdade até estava na dúvida se devia fazer a crítica deste anime junto com R2 (a segunda temporada que ainda não vi) mas achei melhor fazer as reviews separadas (podem já esperar a review a R2 nos próximos dias).
O anime passa-se num mundo em que uma nação Britania domina completamente o mundo e no Japão, denominado Área 11, os japoneses (ou Elevens) são alvos de xenofobia e racismo por parte dos Britanians. Um jovem, Lelouch é na verdade o filho do grande rei de Britania mas, depois do assassinato de sua mãe, renuncia ao trono e revolta-se contra o pai para criar um mundo em que a sua irmã cega e paralítica Nunally possa ser feliz. Para isso, consegue Geass, uma habilidade que lhe dá o poder de dar qualquer ordem a qualquer pessoa e a realização da mesma.
Ao longo dos 25 episódios da série há basicamente planos engenhosos de Lelouch para não revelar a sua identidade de Zero (o seu alter-ego terrorista pela libertação do Japão e pela justiça), grandes batalhas de mechs (mesmo quem não gostam de mechs adoram esta série pois são mesmo bem feitas e não têm grandes complicações) e muitos momentos à volta das duas vidas de Lelouch.
Apesar de por vezes cansar o visualizador, tanto as personagens como o diálogo nas duas vidas de Lelouch salvam o anime. Por vezes, a história pode parecer desinteressante mas a ação das grandes máquinas conseguem sempre empurrar o visualizador para mais um episódio. A animação e a banda sonora também são excelentes apesar da segunda abertura ser horrível. O final também é muito bom e consegue fazer o visualizador ter uma boa sensação de realização e um valor pessoal acrescentado.
História - 4 em 4
Personagens - 2 em 2
Extras - 1 em 1
Valor pessoal - 3 em 3
Nota final - 10 em 10
segunda-feira, 30 de junho de 2014
domingo, 29 de junho de 2014
Review - Harmonie
Desde que esta pequena curta metragem de anime estreou em março deste ano, como parte do projeto Anime Mirai 2014, que fiquei com uma curiosidade de vê-la. A curta tem apenas 25 minutos, mais ou menos e serve mais para mostrar o talento dos artistas do que para entreter verdadeiramente o público. Centra-se à volta de um rapaz que acredita que todas as pessoas têm um pequeno mundo nas suas cabeças e este procura encontrar uma pessoa com um mundo similar ao dele. Quando começa a ouvir uma música composta por uma colega de turma os dois apaixonam-se pois têm um mundo muito semelhante com os mesmos sonhos e assim.
Eu não tenho experiência quase nenhuma em curtas metragens mas tenho de dizer que gostei e aconselho pois é pouco mais do que um episódio e merece ser visto. Quero só dizer que tanto a animação como a banda sonora são espetaculares.
História - 3 em 4
Personagens - 2 em 2
Extras - 1 em 1
Valor pessoal - 1.5 em 3
Valor absoluto - 7.5
Valor arredondado - 8.
Eu não tenho experiência quase nenhuma em curtas metragens mas tenho de dizer que gostei e aconselho pois é pouco mais do que um episódio e merece ser visto. Quero só dizer que tanto a animação como a banda sonora são espetaculares.
História - 3 em 4
Personagens - 2 em 2
Extras - 1 em 1
Valor pessoal - 1.5 em 3
Valor absoluto - 7.5
Valor arredondado - 8.
sábado, 28 de junho de 2014
Review - Blade Runner
Esta review de hoje vai ser dedicada ao filme de ficção científica clássico de 1982, Blade Runner. O filme foi realizado por Ridley Scott (Thelma and Louise, Alien) e conta com os atores Harrison Ford (Indiana Jones, Star Wars); Rutger Hauer (Escape from Sobibor, Fresh+Blood) e com Sean (No Way Out, Dune).
O filme leva-nos até Los Angeles de 2019 em que as maiores marcas são a Coca Cola, a Pan Am e a Atari (foi feito em 82, deem um desconto) onde existem Replicants (robôs que assumem formas humanas e memórias existentes) e Blade Runners (agentes especializados em caçar estes robôs). Rick Deckard um dos Blade Runners fica responsável por caçar quatro dos seis replicants fugitivos (Roy, Leon, Zhora, Pris (enquanto que Hodge e Mary nem aparecem no filme)). Pelo meio desta perigosa missão, Deckard conhece Rachel, uma replicant assistente do Dr. Tyrell, responsável pelos replicants e acaba por se apaixonar. Infelizmente, o filme não tem muito mais. É muito repetitivo, confuso e sim, sei que muitos fãs dizem que Scott usa a confusão como um recurso expressivo mas, vamos admitir, nem em 82, nem agora, as pessoas queriam confusão em filmes em vez de uma história bem explicada apesar de não ser linear.
Apesar de tudo o filme é bom e o efeito da chuva, o universo à volta deste pequeno filme e as interpretações dos atores tornam este filme num marco da ficção científica e num dos melhores filmes dos anos 80.
O filme leva-nos até Los Angeles de 2019 em que as maiores marcas são a Coca Cola, a Pan Am e a Atari (foi feito em 82, deem um desconto) onde existem Replicants (robôs que assumem formas humanas e memórias existentes) e Blade Runners (agentes especializados em caçar estes robôs). Rick Deckard um dos Blade Runners fica responsável por caçar quatro dos seis replicants fugitivos (Roy, Leon, Zhora, Pris (enquanto que Hodge e Mary nem aparecem no filme)). Pelo meio desta perigosa missão, Deckard conhece Rachel, uma replicant assistente do Dr. Tyrell, responsável pelos replicants e acaba por se apaixonar. Infelizmente, o filme não tem muito mais. É muito repetitivo, confuso e sim, sei que muitos fãs dizem que Scott usa a confusão como um recurso expressivo mas, vamos admitir, nem em 82, nem agora, as pessoas queriam confusão em filmes em vez de uma história bem explicada apesar de não ser linear.
Apesar de tudo o filme é bom e o efeito da chuva, o universo à volta deste pequeno filme e as interpretações dos atores tornam este filme num marco da ficção científica e num dos melhores filmes dos anos 80.
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Review - No Game No Life
Ontem acabou um dos animes que vi durante esta temporada e era o que levantava mais expectativas: No Game No Life. Originalmente é uma série de light novel mas que eu não li e não sei se a história do anime é a mesma ou até onde vai. Vamos passar à crítica propriamente dita.
No Game no Life é um anime que se centra em Sora e Shiro dois irmãos gamers NEET (extremamente viciados e anti-sociais) que consideram a vida um jogo qualquer mas que é o mais jogado do mundo, apenas. Um dia, os dois irmãos são levados para um outro mundo em que os jogos são o que decide as fronteiras dos países e o que faz mover mundo por Tet, o Deus desse mundo e que apenas quer um bom desafio. Sem me aprofundar muito na história, os dois gamers, mal chegam a esse mundo chegam a ser reis de uma das nações e aceitam o desafio de Tet e declaram que vão, em conjunto com as outras nações derrotar esse Deus.
Talvez esta pequena sinopse não tenha mostrado bem o que o anime é mas ele é fantástico. Tem uma história incrível com grandes batalhas lógicas e truques dos dois irmãos e só não recebe a pontuação máxima por pequenos pormenores como o final que não existe pois pede uma continuação que ainda não foi anunciada. Em termos de personagens, todas elas são espetaculares. Desde os dois irmãos com os seus conflitos até ao humor pervertido de Sora, da paixão por Warbeasts (uma das raças desse mundo) de ambos ou as referências a Doraemon, Steins; Gate ou a Laputa tornam toda a série numa das melhores séries de Shonen e Seinen com comédia que já vi. Em termos gráficos, tudo está muito bom e a banda sonora também com uma grande opening e um ending também bom. No valor pessoal não atinge a nota máxima mas é apenas por não ser tão bom como outros animes. Consegue assim ser um dos melhores animes da temporada de primavera de 2014.
História - 3.5 (em 4);
Personagens - 2 (em 2);
Extras - 1 (em 1)
Valor Pessoal - 2.5 (em 3)
Nota final - 9 em 10.
No Game no Life é um anime que se centra em Sora e Shiro dois irmãos gamers NEET (extremamente viciados e anti-sociais) que consideram a vida um jogo qualquer mas que é o mais jogado do mundo, apenas. Um dia, os dois irmãos são levados para um outro mundo em que os jogos são o que decide as fronteiras dos países e o que faz mover mundo por Tet, o Deus desse mundo e que apenas quer um bom desafio. Sem me aprofundar muito na história, os dois gamers, mal chegam a esse mundo chegam a ser reis de uma das nações e aceitam o desafio de Tet e declaram que vão, em conjunto com as outras nações derrotar esse Deus.
Talvez esta pequena sinopse não tenha mostrado bem o que o anime é mas ele é fantástico. Tem uma história incrível com grandes batalhas lógicas e truques dos dois irmãos e só não recebe a pontuação máxima por pequenos pormenores como o final que não existe pois pede uma continuação que ainda não foi anunciada. Em termos de personagens, todas elas são espetaculares. Desde os dois irmãos com os seus conflitos até ao humor pervertido de Sora, da paixão por Warbeasts (uma das raças desse mundo) de ambos ou as referências a Doraemon, Steins; Gate ou a Laputa tornam toda a série numa das melhores séries de Shonen e Seinen com comédia que já vi. Em termos gráficos, tudo está muito bom e a banda sonora também com uma grande opening e um ending também bom. No valor pessoal não atinge a nota máxima mas é apenas por não ser tão bom como outros animes. Consegue assim ser um dos melhores animes da temporada de primavera de 2014.
História - 3.5 (em 4);
Personagens - 2 (em 2);
Extras - 1 (em 1)
Valor Pessoal - 2.5 (em 3)
Nota final - 9 em 10.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Review - The Lego Movie
Ontem vi mais um filme e aqui vai estar mais uma review. O filme de ontem foi The Lego Movie e em português tem um outro título que eu não sei por uma razão: a dobragem está horrível! Eu estava muito ansioso por este filme já que são mais ou menos 90 minutos quase completamente feitos em stop-motion. Infelizmente, tive de fazer o download porque os cinemas não se dão ao trabalho de terem uma versão legendada do filme.
Mas como já estou a ficar demasiado irritado vamos passar ao filme mesmo. A história é boa, simples mas com um toque de magia para miúdos e graúdos. Infelizmente a parte dos graúdos não foi mantida durante o filme todo e o pior surge no final. Eu não quero fazer spoilers mas o filme tem um final que apaga tudo o que o filme fez de bom na hora anterior.
Falando da animação, não podemos dizer coisas muito más pois é uma longa metragem em stop-motion e isso exige um grande trabalho e, neste momento, não há um filme a utilizar esta técnica melhor apesar de certas (e compreensíveis) falhas.
No final, o filme acaba por proporcional uma boa experiência que tanto os fãs de Lego como as pessoas que adoram um bom filme infantil podem aproveitar.
Mas como já estou a ficar demasiado irritado vamos passar ao filme mesmo. A história é boa, simples mas com um toque de magia para miúdos e graúdos. Infelizmente a parte dos graúdos não foi mantida durante o filme todo e o pior surge no final. Eu não quero fazer spoilers mas o filme tem um final que apaga tudo o que o filme fez de bom na hora anterior.
Falando da animação, não podemos dizer coisas muito más pois é uma longa metragem em stop-motion e isso exige um grande trabalho e, neste momento, não há um filme a utilizar esta técnica melhor apesar de certas (e compreensíveis) falhas.
No final, o filme acaba por proporcional uma boa experiência que tanto os fãs de Lego como as pessoas que adoram um bom filme infantil podem aproveitar.
sábado, 21 de junho de 2014
Review - Akuma no Riddle
Aviso de Spoiler - O texto abaixo pode conter spoiers que podem arruinar a experiência de visualização da série.
E mais uma review e, como vario muito, de um anime. Desta vez é de Akuma no Riddle, anime que acabou ontem e que acompanhei desde o lançamento, há 12 semanas atrás. O anime centra-se em Haru, uma rapariga que vai para uma nova escola e é posta na Turma Negra, uma turma em que todas as outras raparigas à exceção dela eram assassinas. Haru apenas entrou pois é o alvo e todas as outras deviam matá-la. Mas, devido à paixão de uma das colegas (Tokaku) por ela, esta acaba por decidir que defenderá Haru de todas as outras assassinas.
Sim, a história parece mesmo boa e é mas o final, bom, é muito mau. Aqui vai um grande spoiler portanto se querem ver a série ou se ainda não viram os ultimos episódios não leiam o que vem agora: no final, nada tem consequências. Haru sobrevive pois a faca que acidentalmente ficou cravada nela acertou numa costela de titânio que tinha. O quê? Depois de mais de dez episódios sobre consequências de matar ou ser morto e acaba de uma maneira tão infantil e estúpida. Este foi o principal propósito de não ter uma nota tão alta.
A história é boa apesar do que o spoiler acima diz e portanto salva-se um pouco mas no início, tinha uma nota bem melhor.
História - 2.5 (em 4);
Personagens - 1.5 (em 2);
Extra - 1 (em 1);
Valor pessoal - 2 (em 3)
Nota final - 7.0.
É um bom anime mas não tem nada de tão especial assim, uma história cheia de clichés e nem todas as personagens têm grande importância (a série é demasiada pequena para um número tão vasto de personagens) e o final só ajuda a não ter boa pontuação no valor pessoal. Acaba por ter um 7 - devem ver mas não elevem muito as expectativas e não esperem um final épico.
E mais uma review e, como vario muito, de um anime. Desta vez é de Akuma no Riddle, anime que acabou ontem e que acompanhei desde o lançamento, há 12 semanas atrás. O anime centra-se em Haru, uma rapariga que vai para uma nova escola e é posta na Turma Negra, uma turma em que todas as outras raparigas à exceção dela eram assassinas. Haru apenas entrou pois é o alvo e todas as outras deviam matá-la. Mas, devido à paixão de uma das colegas (Tokaku) por ela, esta acaba por decidir que defenderá Haru de todas as outras assassinas.
Sim, a história parece mesmo boa e é mas o final, bom, é muito mau. Aqui vai um grande spoiler portanto se querem ver a série ou se ainda não viram os ultimos episódios não leiam o que vem agora: no final, nada tem consequências. Haru sobrevive pois a faca que acidentalmente ficou cravada nela acertou numa costela de titânio que tinha. O quê? Depois de mais de dez episódios sobre consequências de matar ou ser morto e acaba de uma maneira tão infantil e estúpida. Este foi o principal propósito de não ter uma nota tão alta.
A história é boa apesar do que o spoiler acima diz e portanto salva-se um pouco mas no início, tinha uma nota bem melhor.
História - 2.5 (em 4);
Personagens - 1.5 (em 2);
Extra - 1 (em 1);
Valor pessoal - 2 (em 3)
Nota final - 7.0.
É um bom anime mas não tem nada de tão especial assim, uma história cheia de clichés e nem todas as personagens têm grande importância (a série é demasiada pequena para um número tão vasto de personagens) e o final só ajuda a não ter boa pontuação no valor pessoal. Acaba por ter um 7 - devem ver mas não elevem muito as expectativas e não esperem um final épico.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Anime: Critérios de Avaliação de Animes nas Reviews
Estou a planear ver neste verão ainda alguns animes e pensei em fazer as reviews de bastantes desses aqui no blog. E, tal como no post anterior, vou dar notas a esses animes tal como dou na minha conta de Myanimelist. Para ficarem mais esclarecidos, apresento hoje os meus critérios de avaliação dos animes.
A escala usada será de 1-10 e em caso de números decimais, mostrarei o resultado em valor absoluto e o mesmo em valor arredondado às unidades. 1 será um anime terrível enquanto que o 10 será uma obra de arte (mais uma vez à semelhança da Myanimelist. Os pontos estarão distribuídos da seguinte forma:
História - varia entre 0 e 4 pontos;
Personagens - varia entre 0 e 2 pontos;
Extras (contém banda sonora, abertura e encerramento, parte gráfica...) - varia entre 0 e 1;
Valor pessoal - varia ente 0 e 3.
Como exemplo, vou usar Neon Genesis Evangelion já que é a mais recente análise no blog:
História - 3
Personagens - 2
Extras - 0.5
Valor Pessoal - 2
Valor absoluto - 7.5
Valor arredondado - 8
Sei que muitos não concordam mas são os meus critérios e eu é que decido. A inspiração foi retirada do canal de youtube Os Otakus PT apesar de ter mudado os parâmetros e os valores. Vou passar a usar isto nas reviews já na próxima.
A escala usada será de 1-10 e em caso de números decimais, mostrarei o resultado em valor absoluto e o mesmo em valor arredondado às unidades. 1 será um anime terrível enquanto que o 10 será uma obra de arte (mais uma vez à semelhança da Myanimelist. Os pontos estarão distribuídos da seguinte forma:
História - varia entre 0 e 4 pontos;
Personagens - varia entre 0 e 2 pontos;
Extras (contém banda sonora, abertura e encerramento, parte gráfica...) - varia entre 0 e 1;
Valor pessoal - varia ente 0 e 3.
Como exemplo, vou usar Neon Genesis Evangelion já que é a mais recente análise no blog:
História - 3
Personagens - 2
Extras - 0.5
Valor Pessoal - 2
Valor absoluto - 7.5
Valor arredondado - 8
Sei que muitos não concordam mas são os meus critérios e eu é que decido. A inspiração foi retirada do canal de youtube Os Otakus PT apesar de ter mudado os parâmetros e os valores. Vou passar a usar isto nas reviews já na próxima.
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