Para quebrar um pouco a rotina natalícia do blog, decidi hoje postar também uma review a uma das séries mais engraçadas dos últimos tempos, Brooklyn Nine-Nine.
A série começou em 2013 e está neste momento na segunda temporada. Retrata a vida de um detetive com atitudes infantis, Jake Peralta, interpretado pela lenda da Internet Andy Samberg, integrante da banda de paródias The Lonely Island e participante em vários sketches de Saturday Night Live, sobretudo exclusivos para a Internet. Peralta tem também a ajuda de Amy Santiago (Melissa Fumero), Rosa Diaz (Stephanie Beatriz), Terry Jeffords (Terry Crews), Charles Boyle (Joe Lo Truglio), Gina Linetti (Chelsea Peretti) e do Capitão Ray Holt (Andre Braugher). Todos os episódios passam-se na esquadra de Brooklyn e série é focada na comédia, apesar dos crimes que são apresentados.
Sinceramente acho que é uma série extremamente cómica mas acho que baixou de qualidade a partir do episódio 13. Infelizmente, tornou-se muito sério mas espero que nesta segunda temporada, voltem as situações hilárias.
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Review - The IT Crowd Temporada 1

A review de hoje vai ser sobre uma série que comecei a acompanhar recentemente The IT Crowd ou A Malta das TI. Estreou em 2006 (no meu dia de anos) e é hoje considerada uma das melhores britcoms dos últimos anos.
A série começa quando uma Jen, uma rapariga simpática vai trabalhar no departamento das tecnologias de uma empresa com Roy e Maurice, dois jovens nerds com problemas sociais. Apesar das suas diferenças, os três acabam por ter um bom relacionamento e umas histórias bastante estranhas.
Apesar de cliché, a série é muito boa e tem umas piadas excelentes. As personagens também são um fator positivo e as interpretações dos atores são muito boas.
Aconselho a toda a gente que queira uma série divertida sem necessitar de muito tempo em frente ao televisor.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Review - Silicon Valley
No meio de tantas séries cheias de atores conhecidos e a serem sucessos instantâneos é refrescante ver uma série feita "à experiência" e com atores vindos diretamente de pequenos filmes e da internet. Um destes exemplos é Silicon Valley, uma série da HBO deste ano que nos traz um pequeno grupo de jovens a desenvolver uma aplicação capaz de chegar a ganhar grandes prémios. Tudo isto é feito com muito humor e com atores como T.J. Miller a interpretarem personagens hilariantes.
E talvez muitos tenham perguntado o que distingue esta série de todas as outras ofertas de estereótipos nerds. A resposta é o estilo. Esta não é uma cópia de A Teoria do Bing Bang ou de A Malta das T.I. É uma aproximação da comédia que alguns destes atores faziam na internet com linguagem violenta e abordagem a temas tabu na televisão.
E sinceramente é excelente. Os episódios têm argumentos ridículos e as piadas podem não ter muito trabalho no seu desenvolvimento mas toda a série dá uma sensação de espetacularidade ao espectador que poucas novas séries conseguem.
Uma excelente série cómica e uma sátira ao estilo de vida dos multimilionários de Silicon Valley. Fabuloso.
E talvez muitos tenham perguntado o que distingue esta série de todas as outras ofertas de estereótipos nerds. A resposta é o estilo. Esta não é uma cópia de A Teoria do Bing Bang ou de A Malta das T.I. É uma aproximação da comédia que alguns destes atores faziam na internet com linguagem violenta e abordagem a temas tabu na televisão.E sinceramente é excelente. Os episódios têm argumentos ridículos e as piadas podem não ter muito trabalho no seu desenvolvimento mas toda a série dá uma sensação de espetacularidade ao espectador que poucas novas séries conseguem.
Uma excelente série cómica e uma sátira ao estilo de vida dos multimilionários de Silicon Valley. Fabuloso.
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
(Mini) Review - Friends Temporada 2
Quase 3 meses depois da análise à primeira série, trago a review à segunda temporada de Friends.
Esta continua a ser excelente com toda a comédia da primeira temporada. A minha única "crítica" é o número de acontecimentos que mudam um pouco a história. Temos novos namoros, colegas de quarto e festas de anos que, por caberem todas numa temporada talvez tenha dado a impressão de serem demasiados acontecimentos.
Mesmo assim, a série continua excelente e penso que não há tantas diferenças em relação à primeira temporada.
Esta continua a ser excelente com toda a comédia da primeira temporada. A minha única "crítica" é o número de acontecimentos que mudam um pouco a história. Temos novos namoros, colegas de quarto e festas de anos que, por caberem todas numa temporada talvez tenha dado a impressão de serem demasiados acontecimentos.
Mesmo assim, a série continua excelente e penso que não há tantas diferenças em relação à primeira temporada.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Review - Free! Eternal Summer
Já la vão dois meses desde o final da série mas estive bastante ocupado e só agora trarei a review deste anime: Free! Eternal Summer.
Para quem não sabe, esta é a sequela de um dos meus animes preferidos de 2013, Free!. Passa-se à volta de quatro rapazes num clube de natação apenas a seguir o seu dia normal. Esta série vai um pouco mais longe e passa-se à volta de uma dúvida que surge na cabeça das personagens mais velhas: o que fazer depois da escola? Mas infelizmente, este tema pareceu-me mal estudado. Acho que todos os episódios ficaram sem uma sensação de progressão e sem as pequenas histórias individuais de cada personagem que tornava a primeira série tão boa.
Mesmo assim, é sempre bom rever as personagens e as situações que nos parecem familiares, de algum modo. Outro pequeno problema é a corrida final que parece algo inventado à última hora.
De um modo geral, esta temporada continua a ser bastante boa mas diria que há um decréscimo em termos de qualidade.
Free! Eternal Summer - 8/10.
sábado, 15 de novembro de 2014
Review - Cowboy Bebop
Acabei hoje Cowboy Bebop, série que já andava a ver há algum tempo (já explico). Esta é talvez a mas importante série para o anime de sempre, já que popularizou o género e detém o título de um dos maiores marcos do género desde 1998.
A história desenrola-se há volta de Spike Spiegel, um caçador de prémios ao estilo de Han Solo, a viajar por um sistema solar no qual a Terra foi há muito esquecida e os humanos vivem em Saturno e em Marte. O nosso anti-herói anda com o seu grupo de caçadores de prémios composto por: Jet, o piloto da nave e amigo de longa data de Spike; Faye, a caçadora falida que se juntou a eles pelo dinheiro; e Ed, o hacker infantil. Ao longo da série a tripulação vai viajando à procura de criminosos por todo o sistema e aí chegamos ao verdadeiro ponto forte da série: a sua mistura de estilos. Muitos considerarão Cowboy Bebop apenas mais um anime mas quem realmente viu sabe que o anime é mais do que isso devido à sua fusão de temas [eu caracterizaria a série como uma ficçao científica com elementos western e bastante influenciado por filmes noir e de artes marciais de Hong Kong, tendo sempre presente a música numa fusão do rock dos anos 60 e 70 (Rolling Stones ou Queen) com samba e pop leve] e ao aspeto filosófico abordando o existencialismo e o tema da morte.
Há também de destacar os efeitos visuais que mesmo mais de 15 anos depois continuam excelentes e a música como referido em cima.
Na minha opinião, o anime é excelente mas não consigo gostar tanto dele quanto queria. Apesar dos elementos filosóficos e fusão de estilos (fatores que aprecio bastante em animes como no excelente Evangelion) o anime tem um ritmo muito lento e essa foi a principal razão para ter demorado tanto tempo a acabar de ver a série. E embora tenha uma história principal, cada episódio é uma pequena história, outro aspeto que me desagradou. Quero também destacar o final que é dos melhores episódios (apesar de Jazz de Júpiter ser o meu preferido) e dos melhores últimos episódios que vi (qualquer dia faço um top).
É realmente muito bom e aconselho apesar de não ter gostado assim tanto por certas razões. Mesmo assim, é a série mais obrigatória do género e uma excelente obra de entretenimento.
Cowboy Bebop - 7/10.
A história desenrola-se há volta de Spike Spiegel, um caçador de prémios ao estilo de Han Solo, a viajar por um sistema solar no qual a Terra foi há muito esquecida e os humanos vivem em Saturno e em Marte. O nosso anti-herói anda com o seu grupo de caçadores de prémios composto por: Jet, o piloto da nave e amigo de longa data de Spike; Faye, a caçadora falida que se juntou a eles pelo dinheiro; e Ed, o hacker infantil. Ao longo da série a tripulação vai viajando à procura de criminosos por todo o sistema e aí chegamos ao verdadeiro ponto forte da série: a sua mistura de estilos. Muitos considerarão Cowboy Bebop apenas mais um anime mas quem realmente viu sabe que o anime é mais do que isso devido à sua fusão de temas [eu caracterizaria a série como uma ficçao científica com elementos western e bastante influenciado por filmes noir e de artes marciais de Hong Kong, tendo sempre presente a música numa fusão do rock dos anos 60 e 70 (Rolling Stones ou Queen) com samba e pop leve] e ao aspeto filosófico abordando o existencialismo e o tema da morte.
Há também de destacar os efeitos visuais que mesmo mais de 15 anos depois continuam excelentes e a música como referido em cima.
Na minha opinião, o anime é excelente mas não consigo gostar tanto dele quanto queria. Apesar dos elementos filosóficos e fusão de estilos (fatores que aprecio bastante em animes como no excelente Evangelion) o anime tem um ritmo muito lento e essa foi a principal razão para ter demorado tanto tempo a acabar de ver a série. E embora tenha uma história principal, cada episódio é uma pequena história, outro aspeto que me desagradou. Quero também destacar o final que é dos melhores episódios (apesar de Jazz de Júpiter ser o meu preferido) e dos melhores últimos episódios que vi (qualquer dia faço um top).
É realmente muito bom e aconselho apesar de não ter gostado assim tanto por certas razões. Mesmo assim, é a série mais obrigatória do género e uma excelente obra de entretenimento.
Cowboy Bebop - 7/10.
domingo, 19 de outubro de 2014
Review - Black Lagoon: The Second Barrage
Meses depois de ter visto a primeira série, decidi progredir para The Second Barrage, a segunda temporada de Black Lagoon. Na verdade, nem tinha achado Black Lagoon um anime tão bom quanto a crítica dizia e deixei um espaço de alguns meses antes de ver esta sequela pois já tinha lido que a qualidade era diferente mas sem saber qual das séries era melhor.
Mas, agora que vi, decidi dar a minha opinião sobre esta série que tanta divergência de opiniões cria.
Na verdade, mal comecei esta série, achei-a melhor do que a anterior. Só o arco inicial, sobre umas crianças criadas para matar, conseguiu cativar-me mais do que qualquer outro arco da primeira temporada. Achei que todas as histórias foram geniais com combates que misturam as duas coisas que fizeram este anime: as cenas de ação de filmes de Hollywood e a pouca veracidade caraterística dos animes. Achei que outra coisa melhorada foi a relação entre a Revy e o Rock que tornou as personagens mais humanas e que ficou mesmo bem feita. Infelizmente, com todo o tempo dado a estas personagens, muitas das personagens secundárias ficaram quase sem aparecer como Dutch e Benny, dois membros do grupo principal que quase que deixaram de aparecer.
O anime continua a ter os mesmos visuais e a mesma banda sonora, o que não é uma coisa má, já que eram espetaculares nos primeiros 12 episódios.
E, para além do pouco tempo gasto a desenvolver as personagens secundárias e uma ou outra cena nos episódios mais desinteressante, o anime é excelente. A não ser em certas partes frequentes nos últimos episódios em que as personagens falam inglês. É exemplo disso a cena que vai estar neste post.
De resto, o anime é muito bom e, sinceramente, acho melhor do que a primeira temporada. Algo obrigatório e facilmente um dos animes para o meu top 10.
História - 3.5 em 4.
Personagens - 1,5 em 2.
Extras - 1 em 1.
Valor Pessoal - 3 em 3.
Nota Final - 9 em 10.
Mas, agora que vi, decidi dar a minha opinião sobre esta série que tanta divergência de opiniões cria.
Na verdade, mal comecei esta série, achei-a melhor do que a anterior. Só o arco inicial, sobre umas crianças criadas para matar, conseguiu cativar-me mais do que qualquer outro arco da primeira temporada. Achei que todas as histórias foram geniais com combates que misturam as duas coisas que fizeram este anime: as cenas de ação de filmes de Hollywood e a pouca veracidade caraterística dos animes. Achei que outra coisa melhorada foi a relação entre a Revy e o Rock que tornou as personagens mais humanas e que ficou mesmo bem feita. Infelizmente, com todo o tempo dado a estas personagens, muitas das personagens secundárias ficaram quase sem aparecer como Dutch e Benny, dois membros do grupo principal que quase que deixaram de aparecer.
O anime continua a ter os mesmos visuais e a mesma banda sonora, o que não é uma coisa má, já que eram espetaculares nos primeiros 12 episódios.
E, para além do pouco tempo gasto a desenvolver as personagens secundárias e uma ou outra cena nos episódios mais desinteressante, o anime é excelente. A não ser em certas partes frequentes nos últimos episódios em que as personagens falam inglês. É exemplo disso a cena que vai estar neste post.
De resto, o anime é muito bom e, sinceramente, acho melhor do que a primeira temporada. Algo obrigatório e facilmente um dos animes para o meu top 10.
História - 3.5 em 4.
Personagens - 1,5 em 2.
Extras - 1 em 1.
Valor Pessoal - 3 em 3.
Nota Final - 9 em 10.
sábado, 18 de outubro de 2014
Review - Bubblegum Crash
Nas passadas férias de verão fui surpreendido com a venda de uns DVD's de anime num quiosque. Curioso, fui pesquisar mais sobre a coleção em que estavam estes animes e descobri que foi uma série de mais de trinta títulos a ser lançada com o jornal em 2007. Infelizmente só consegui comprar três títulos e também não tive tempo de os ver até agora. Mas quando consegui arranjar umas horas, decidi pegar num dos animes, a conceituada série dos anos 90, Bubblegum Crash.
Na verdade, esta série OVA é uma sequela a AD Police, uma OVA de 3 episódios e a Bubblegum Crisis, uma OVA de 8 episódios. Mas não sei bem porquê, estas duas séries não foram licenciadas em Portugal e temos de as ver num formato ilegal se quisermos aceder a esse conteúdo. Mas como não devia ser uma série tão complicada, decidi ver apenas estes episódios que tenho em DVD. E parece que fiz bem já que não há muitas referências às séries anteriores.
E, tendo em conta apenas os episódios do DVD, a série é muito boa para se passar uma tarde sem nada para fazer.
A história é mais uma centrada numa equipa de pessoas com armaduras potentes a lutar contra robôs num universo Cyberpunk e acaba por não trazer nada de novo. A única coisa que realmente distingue a série são os pormenores do universo fictício com as várias classes de polícias bem abordadas e as situações dos robôs bem mostradas. As personagens são outro ponto bem positivo emboranão me consiga identificar com nenhuma (uma característica que melhora uma série automaticamente), acho-as bem construídas e vou admitir que as relações entre elas foram coisas que me deixaram continuar a ver.
Na animação não há uma grande distinção, tendo o traço da época com poucos acrescentos. Há apenas o problema de nos pormenores ter menos detalhe que realça pequenos erros. O que o universo tem de pormenorizado, a animação não tem. Há também o ponto positivo da banda sonora, que me pareceu bastante apelativa e da música de abertura que consegue mesmo ficar "presa" na cabeça.
Na minha opinião, o anime é bom, se procuram uma coisa leve e tem uma grande distinção na qualidade dos episódios. A meu ver, o segundo é o melhor e é um episódio mesmo muito bom enquanto que o primeiro e o último são mais aborrecidos e não têm uma boa história.
No final, o anime consegue ser uma obra para não se deixar de lado e algo obrigatório para anime do género cyberpunk da época.
História - 2 em 4.
Personagens - 2 em 2.
Extras - 1 em 1.
Valor Pessoal - 2 em 3.
Nota Final - 7 em 10.
Na verdade, esta série OVA é uma sequela a AD Police, uma OVA de 3 episódios e a Bubblegum Crisis, uma OVA de 8 episódios. Mas não sei bem porquê, estas duas séries não foram licenciadas em Portugal e temos de as ver num formato ilegal se quisermos aceder a esse conteúdo. Mas como não devia ser uma série tão complicada, decidi ver apenas estes episódios que tenho em DVD. E parece que fiz bem já que não há muitas referências às séries anteriores.
A história é mais uma centrada numa equipa de pessoas com armaduras potentes a lutar contra robôs num universo Cyberpunk e acaba por não trazer nada de novo. A única coisa que realmente distingue a série são os pormenores do universo fictício com as várias classes de polícias bem abordadas e as situações dos robôs bem mostradas. As personagens são outro ponto bem positivo emboranão me consiga identificar com nenhuma (uma característica que melhora uma série automaticamente), acho-as bem construídas e vou admitir que as relações entre elas foram coisas que me deixaram continuar a ver.
Na animação não há uma grande distinção, tendo o traço da época com poucos acrescentos. Há apenas o problema de nos pormenores ter menos detalhe que realça pequenos erros. O que o universo tem de pormenorizado, a animação não tem. Há também o ponto positivo da banda sonora, que me pareceu bastante apelativa e da música de abertura que consegue mesmo ficar "presa" na cabeça.
Na minha opinião, o anime é bom, se procuram uma coisa leve e tem uma grande distinção na qualidade dos episódios. A meu ver, o segundo é o melhor e é um episódio mesmo muito bom enquanto que o primeiro e o último são mais aborrecidos e não têm uma boa história.
No final, o anime consegue ser uma obra para não se deixar de lado e algo obrigatório para anime do género cyberpunk da época.
História - 2 em 4.
Extras - 1 em 1.
Valor Pessoal - 2 em 3.
Nota Final - 7 em 10.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Review - K-On!! (K-On! 2)
Daqui a uns meses faz um ano que saiu a primeira (e única durante algum tempo) review do blog. Foi ela da primeira série de K-On!. E como tinha gostado imenso dessa série, decidi prosseguir para a série seguinte. Infelizmente, acabei por deixá-la como uma série com uma prioridade menor já que sabia o que me esperava e tinha tantas novas franquias para explorar. Acabei por apenas a começar a ver há umas semanas atrás.
E deixem dizer-vos que fiz bem. E isto pela seguinte ordem de razões: 1º - a série é muito parecida com a primeira e se a tivesse visto pouco depois da primeira não a conseguiria aproveitar devidamente; 2º - se a tivesse visto nas férias, tê-la-ia devorado e não teria aquele momento religioso de cada dia de trabalho para ver um episódio; 3º - o anime é sobre vida escolar e acho que consigo relacionar-me com as situações das protagonistas, algo que não conseguiria fazer até há um mês atrás.
Prosseguindo para o enredo: a história é bastante parecida com a da primeira série contando a vida de cada rapariga do clube de música leve (keionbu ou K-On): a preguiçosa Yui; a convencida Ritsu; a envergonhada Mio; a simpática Mugi e a responsável Azusa. Os episódios são bastante leves centrando-se em situações como visitas de estudo ou a ida a um festival de verão.
Mas de algum modo conseguiu ser melhor do que a primeira série. E esse terá que ser o desenvolvimento das personagens que me parece bem melhor do que na primeira temporada, se calhar por já termos uma maior ligação com elas. Há também o fator de esta ser a última temporada e de termos um final mais dramático. Até ao episódio 18 ou 19, ambas as séries têm a mesma qualidade mas no final, o anime assume uma perspetiva mais dramática que culmina num final muito bom.
Assim, considero a série um espetacular modo para ocupar apenas um pouco de tempo em cada dia, sem ser nada de épico que possa "colar" o espectador ao ecrã. Recebe também a minha classificação no grau mais alto e deixo-vos a total recomendação para as duas temporadas.
História - 4 em 4;
Personagens - 2 em 2;
Extras - 1 em 1;
Valor Pessoal - 3 em 3;
Nota final - 10 em 10.
domingo, 5 de outubro de 2014
Review - Star Wars Rebels: Faísca da Rebelião
Estreou mundialmente na semana passada o piloto de Star Wars Rebels, a nova série da franquia da Disney que se passará entre os episódios III e IV. O piloto chama-se Faísca de Rebelião (Spark of the Rebellion, no original) e tem cerca de quarenta minutos, enquanto que o resto da série terá vinte e dois, aproximadamente, e estreará no dia 13 deste mês. Este episódio inicial passou na passada sexta-feira às onze horas no canal Disney Channel.
Neste primeiro olhar sobre a série, conseguimos apenas uma ideia inicial sobre o ambiente e das personagens neste novo capítulo da saga. Somos introduzidos a Ezra, um ladrão que se vê envolvido num grande plano de um grupo rebelde e que acaba por se juntar a ele; Kanan, um jedi renegado que se recusa a seguir o Império; Sabine, uma guerreira mandaloriana com o papel de miúda por quem todos se apaixonam; Zeb, uma espécie de Jayne (de Firefly) desta nave; Hera, a piloto Twi'lek e Chopper, o astromech de bordo e uma espécie de mascote do grupo.
Neste primeiro especial, tenho de admitir que foi um episódio muito bom. Tinha ação, comédia, um pouco de drama leve e acho que vou acompanhar a série. Apenas irei mudar o idioma. Sinceramente não gostei da dobragem portuguesa e prefiro ver o original, mesmo não sabendo como é.
Até agora é uma grande série, que deve ser acompanhada por todos: pelos que viram Star Wars e por aqueles a quem recomendo vivamente irem comprar os dvd's e verem os filmes pois são excelentes. Recomendo totalmente.
Neste primeiro olhar sobre a série, conseguimos apenas uma ideia inicial sobre o ambiente e das personagens neste novo capítulo da saga. Somos introduzidos a Ezra, um ladrão que se vê envolvido num grande plano de um grupo rebelde e que acaba por se juntar a ele; Kanan, um jedi renegado que se recusa a seguir o Império; Sabine, uma guerreira mandaloriana com o papel de miúda por quem todos se apaixonam; Zeb, uma espécie de Jayne (de Firefly) desta nave; Hera, a piloto Twi'lek e Chopper, o astromech de bordo e uma espécie de mascote do grupo.
Neste primeiro especial, tenho de admitir que foi um episódio muito bom. Tinha ação, comédia, um pouco de drama leve e acho que vou acompanhar a série. Apenas irei mudar o idioma. Sinceramente não gostei da dobragem portuguesa e prefiro ver o original, mesmo não sabendo como é.
Até agora é uma grande série, que deve ser acompanhada por todos: pelos que viram Star Wars e por aqueles a quem recomendo vivamente irem comprar os dvd's e verem os filmes pois são excelentes. Recomendo totalmente.
domingo, 28 de setembro de 2014
Review - AnoHana - O Filme
Depois da maravilhosa série AnoHana, decidi avançar na história e ver a sua sequela. É um filme com pouco mais de uma hora e que saiu há pouco mais de um ano.
Infelizmente, e à falta de melhor palavra, o filme é estranho. O enredo é quase todo um sumário do filme e parece que não sofreu novas dobragens ou uma nova animação. Por mim, tudo bem. Mas o filme acrescenta também um pouco à história incluindo um flashback importante e uma reunião dos amigos depois do final da série.
Sinceramente, por muito bom que o filme seja, continua a ser a história da série quase em totalidade e as cenas novas não são nem quarenta minutos. Felizmente estas novas contribuições para a história são incríveis. Há também o aspeto de podermos ver de novo aquelas personagens que tanto adoramos. E outro também excelente: o final, apesar de ter perdido o efeito da surpresa (por ser o mesmo da série) continua a ser emocionante e a ser o meu preferido de sempre.
O filme tem altos e baixos, sim, mas merece ser visto por quem já viu a série (sim, apesar de sumariar a série, os acontecimentos são complementados pelas novas cenas que não têm sentido se não se tiver visto a série previamente).
História - 3 em 4;
Personagens - 2 em 2;
Extras - 1 em 1;
Valor Pessoal - 3 em 3.
Infelizmente, e à falta de melhor palavra, o filme é estranho. O enredo é quase todo um sumário do filme e parece que não sofreu novas dobragens ou uma nova animação. Por mim, tudo bem. Mas o filme acrescenta também um pouco à história incluindo um flashback importante e uma reunião dos amigos depois do final da série.
Sinceramente, por muito bom que o filme seja, continua a ser a história da série quase em totalidade e as cenas novas não são nem quarenta minutos. Felizmente estas novas contribuições para a história são incríveis. Há também o aspeto de podermos ver de novo aquelas personagens que tanto adoramos. E outro também excelente: o final, apesar de ter perdido o efeito da surpresa (por ser o mesmo da série) continua a ser emocionante e a ser o meu preferido de sempre.
O filme tem altos e baixos, sim, mas merece ser visto por quem já viu a série (sim, apesar de sumariar a série, os acontecimentos são complementados pelas novas cenas que não têm sentido se não se tiver visto a série previamente).
História - 3 em 4;
Personagens - 2 em 2;
Extras - 1 em 1;
Valor Pessoal - 3 em 3.
- Nada de novo acrescentado;
- Excelente oportunidade de rever cenas e personagens marcantes;
- Novo material maravilhoso;
- Final!!!!!!!!!
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Review - Kara no Kyoukai - Fukan Fuukei
Hoje trago a review de Kara no Kyoukai: Fukan Fuukei, o primeiro filme da saga de Kara no Kyoukai, uma série de filmes anime considerada das melhores. Este primeiro filme centra-se em Shiki Ryougi, uma boneca animada que é, basicamente, a típica heroína de anime parecida com Revy de Black Lagoon ou Motoko Kusanagi da franquia Ghost in the Shell. Infelizmente todo o filme segue um pouco os aspetos da protagonista: pouco inovador. Mesmo em 2007 já tinham existido obras do anime espetaculares. Este filme realmente consegue cativar um pouco o espectador para os capítulos seguintes da saga mas penso que como filme único, sem pensarmos nos filmes a que deu origem é apenas mais um numa década em que filmes com um tema sobrenatural apareciam tão frequentemente.Mesmo assim vejam o filme pois deve ser visto e, segundo dizem, os filmes seguintes são melhores portanto procurem ver toda a saga.
História - 2 em 4
Personagens - 1.5 em 2
Extras - 1 em 1
Valor Pessoal - 1.5 em 3
Nota Final - 6/10.
- Pouco inovador;
- Personagens iguais a tantas outras;
- Bom grafismo;
- Ponto de partida para uma saga incrível;
- Banda sonora excelente (mesmo sem verem o filme, ouçam pois tem músicas que não podem deixar de ser ouvidas.
domingo, 21 de setembro de 2014
Review/Preview - Gotham Episódio 0/Gotham
Hoje trago algo diferente ao blog: uma review e uma preview no mesmo post. A razão? A review será de Gotham: The Legend Reborn, o episódio 0 de Gotham e a preview será dessa mesma série, que estreará amanhã nos EUA.
Gotham é uma série que vai passar na Fox (por enquanto, na Americana, apenas) e que será passada no universo de Batman, apesar de não ter nenhuma ligação com o atual universo da banda desenhada. Esta série vai passar-se antes de Batman existir e vai acompanhar o polícia novato, James (ou Jim) Gordon, que nas bandas desenhadas chega a comissário e a ganhar o total respeito de Batman. Gordon vai estar acompanhado de Harvey Bullock e a química entre os dois vai ser um dos focos da série. O outro (e talvez mais marcante) serão as origens de muitos vilões do Batman, no início das suas carreiras.
No cast temos Ben McKenzie (The O.C.) como Gordon; Donal Logue (Grounded for Life, Vikings) como Bullock; David Mazouz (Touch) como Bruce Wayne; Jada Pinkett Smith (Ali, saga Matrix) como Fish Mooney, uma personagem exclusivamente criada para a série e muitos outros atores de alto nível.
Como disse, este post terá uma componente review e outra preview. Começando com a review, este episódio 0 desiludiu-me. E tudo por uma razão: o título. O episódio foi denominado Gotham Episode 0: The Legend Reborn mas na verdade é um making off com entrevistas ao cast e sem nada que contribua para a história. De resto, o making off é muito bom com boas entrevistas e mostrando os cenários que parecem fieis à banda desenhada e bastante bem feitos.
Na preview vou dar mais uma opinião com expectativas. Quando vi o trailer eu fiquei muito ansioso porque achava que esta ia ser uma série que seria uma surpresa já que não se baseia em nenhuma história em específico nem num período muito explorado na banda desenhada. Espero é que não estraguem a série tornando-a muito longa pois uma série com um orçamento tão grande quanto o desta ou com um elenco tão experiente quanto este que não funcione é uma mancha negra na televisão e um passo atrás na expansão dos média relativos aos super-heróis.
Deixo assim tanto a minha recomendação para verem o tal making off tanto a recomendaçao para verem pelo menos uns episódios da série.
Curiosidade: Ben Mckenzie também deu a voz a Batman/Bruce Wayne no especial para vídeo Batman: Year One (inspirado na b.d. de 1987) que contou também com Bryan Cranston (Walter White de Breaking Bad).
Gotham é uma série que vai passar na Fox (por enquanto, na Americana, apenas) e que será passada no universo de Batman, apesar de não ter nenhuma ligação com o atual universo da banda desenhada. Esta série vai passar-se antes de Batman existir e vai acompanhar o polícia novato, James (ou Jim) Gordon, que nas bandas desenhadas chega a comissário e a ganhar o total respeito de Batman. Gordon vai estar acompanhado de Harvey Bullock e a química entre os dois vai ser um dos focos da série. O outro (e talvez mais marcante) serão as origens de muitos vilões do Batman, no início das suas carreiras.
No cast temos Ben McKenzie (The O.C.) como Gordon; Donal Logue (Grounded for Life, Vikings) como Bullock; David Mazouz (Touch) como Bruce Wayne; Jada Pinkett Smith (Ali, saga Matrix) como Fish Mooney, uma personagem exclusivamente criada para a série e muitos outros atores de alto nível.
Como disse, este post terá uma componente review e outra preview. Começando com a review, este episódio 0 desiludiu-me. E tudo por uma razão: o título. O episódio foi denominado Gotham Episode 0: The Legend Reborn mas na verdade é um making off com entrevistas ao cast e sem nada que contribua para a história. De resto, o making off é muito bom com boas entrevistas e mostrando os cenários que parecem fieis à banda desenhada e bastante bem feitos.
Na preview vou dar mais uma opinião com expectativas. Quando vi o trailer eu fiquei muito ansioso porque achava que esta ia ser uma série que seria uma surpresa já que não se baseia em nenhuma história em específico nem num período muito explorado na banda desenhada. Espero é que não estraguem a série tornando-a muito longa pois uma série com um orçamento tão grande quanto o desta ou com um elenco tão experiente quanto este que não funcione é uma mancha negra na televisão e um passo atrás na expansão dos média relativos aos super-heróis.
Deixo assim tanto a minha recomendação para verem o tal making off tanto a recomendaçao para verem pelo menos uns episódios da série.
Curiosidade: Ben Mckenzie também deu a voz a Batman/Bruce Wayne no especial para vídeo Batman: Year One (inspirado na b.d. de 1987) que contou também com Bryan Cranston (Walter White de Breaking Bad).
domingo, 14 de setembro de 2014
Review - Baccano!
Depois de ter visto alguns animes algo intensos como Elfen Lied ou Higurashi sentia que precisava de algo mais leve mas que fosse realmente maravilhoso. E o escolhido foi o tão elogiado Baccano!
Para quem não está com ele familiarizado, Baccano! é um anime inspirado em várias light novels escritas por Ryohgo Narita conhecido por esta obra e pelo igualmente conhecido Durarara!! A série é composta por treze episódios mais três especiais com um tempo pouco maior de duração mas que também acrescentam pontos importantes à história e devem ser vistos.
A ação desenrola-se em três momentos principais: as aventuras dos ladrões Isaac e Miria cruzados com a história de Firo e Ennis em 1930; a viagem de comboio atribulada devido à presença de um homem chamado Rail Tracer em 1931 e a busca por Dallas Genoard misturado com o caso de Luck Gandor e dos seus irmãos em 1932. Temos também alguns vislumbres do início da trama duzentos anos antes e de um momento no futuro.
Infelizmente é um pouco difícil contar a trama toda portanto vai ficar bastante resumida: nos três tempos vemos pequenos pedaços do vasto rol de personagens significativas na história contando diferentes histórias que, no final, estão todas relacionadas. Temos Isaac e Miria dois ladrões que vivem a roubar por diversão e são muito afetivos e extravagantes; Firo, um dos imortais que tenta resolver a situação de Szilard, um outro imortal que quer este segredo da pedra filosofal; Jacuzzi, um assaltante a viajar no comboio e que planeia fazer lá um grande golpe; Ladd Russo, um homem que quer raptar a mulher e a filha de um importante homem para conseguir ser rico e para poder ter um motivo para matar e depois temos ainda mais umas dez personagens bastante importantes para a história.
Falando em termos críticos o anime é excelente e tendo muitos poucos problemas. Sinceramente tem uma história muito boa mas um pouco confusa, tenho de admitir. Mas felizmente, acho que pode ser adorado por todos: tanto aqueles que leram as light novels e têm maior sapiência neste universo tanto os que não compreendem todo o enredo. Isto penso que se deve ao facto de ter um ambiente tão bom, umas personagens excelentes, uma música espetacular e uns visuais surpreendentes mesmo sabendo que saiu há sete anos atrás. E os especiais também são excelentes e fico contente que os tenham feito para esclarecer coisas que no anime não ficaram totalmente bem acabadas.
E para me despedir dou a minha total recomendação e deixo a minha nota e a fantástica abertura do anime em baixo.
História - 4 em 4.
Personagens - 2 em 2.
Extras - 1 em 1.
Valor pessoal - 2 em 3.
Nota final - 9 em 10.
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